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Jovem é preso durante investigação para apurar responsáveis por atear fogo em veículo apreendido

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Um jovem integrante de facção criminosa foi preso, e uma arma de fogo apreendida pela Polícia Civil, na quarta-feira (20.09), no município de Vila Bela da Santíssima trindade (521 km a oeste de Cuiabá).

A prisão ocorreu durante diligências para identificar os responsáveis por atear fogo em um dos veículos apreendidos, e que fica estacionado no pátio em frente a Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade.

O suspeito de 18 anos foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo, bem como foi apreendida uma pistola Taurus com carregador e duas munições.

Na madrugada de quarta-feira (20), indivíduos colocaram fogo em um dos veículos apreendido, estacionando no pátio em frente a unidade policial. A equipe plantonista conseguiu conter o foco de incêndio, evitando maiores danos.

De imediado os policiais civis passaram a apurar o crime, e identificaram o jovem como um dos envolvidos. Abordado, o mesmo confessou que integra uma facção criminosa, exercendo a função de “disciplina”.

Conforme relato, o ato criminoso foi praticado em represália a apreensão de uma adolescente, feita pelos investigadores de polícia dias antes. O suspeito também informou que possuía uma arma de fogo em sua residência.

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Em seguida os policiais civis foram até o endereço, no bairro Jardim Aeroporto, onde localizaram a arma de fogo escondida no telhado da casa.

Diante dos fatos, ele foi conduzido, interrogado e autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de arma de fogo. Apos a confecção dos autos, o preso foi colocado à disposição da Justiça.

As investigações continuam visando identificar outros participantes do crime de incolumidade pública de incêndio.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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