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Homem transportando bolsa com drogas e foragido da Justiça são presos em Rondonópolis

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Um homem que transportava várias porções de entorpecentes em uma bolsa foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (22.07), durante diligências realizadas pelos policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A prisão do suspeito, de 28 anos, ocorreu no período da manhã, quando a equipe da DHPP estava em diligências pelo bairro Canaã e avistou o jovem carregando uma bolsa. Ao perceber a presença dos policiais, o suspeito empreendeu fuga, porém foi perseguido e alcançado cerca de 300 metros a frente.

Em revista na bolsa que ele carregava, foram encontradas várias porções de pasta base de cocaína embaladas para venda e meio tablete de maconha, além de dinheiro troca característico da atividade do tráfico.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à delegacia onde após ser interrogado foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e resistência.

Cumprimento de mandado

Em outra ação realizada pela equipe da DHPP de Rondonópolis, na manhã desta sexta-feira (22), os policiais cumpriram o mandado de prisão contra um homem de 60 anos, considerado foragido da Justiça.

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O foragido estava com mandado de prisão em aberto por condenação pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, expedido pela Quarta Vara Criminal de Rondonópolis.

Os policiais localizaram o procurado no bairro Vila Operária, onde foi dado cumprimento ao mandado, sendo posteriormente o suspeito colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Polícia apreende coleção de Rolex com suplente de deputado durante operação em Cuiabá

Quatro relógios de luxo foram apreendidos durante ação que investiga movimentações financeiras superiores a R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; Hugo Garcia é apontado como principal alvo da investigação

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A Polícia Civil apreendeu quatro relógios de luxo, entre eles modelos da Rolex, durante a Operação Mandato Espúrio, deflagrada em Cuiabá para investigar supostas movimentações financeiras irregulares envolvendo o Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT).

Segundo as informações divulgadas, o principal alvo da investigação é o suplente de deputado estadual e produtor rural Hugo Garcia (PSDB), ex-dirigente da entidade. O inquérito apura suspeitas relacionadas aos crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica.

A apreensão dos relógios chamou atenção durante o cumprimento das ordens judiciais. Conforme a identificação visual apresentada na reportagem, entre os itens estariam um Rolex Datejust, um Rolex Submariner Date com luneta preta, um Datejust 36 em aço e ouro amarelo e um Submariner Date conhecido como “Starbucks”, com luneta verde.

Os valores de referência apresentados para os modelos variam. Um deles teria valor aproximado de R$ 70 mil; outro, preço oficial de cerca de R$ 96 mil. O modelo em aço e ouro teria equivalentes partindo de aproximadamente R$ 129,4 mil, enquanto o Submariner de luneta verde teria preço oficial na faixa de R$ 100,6 mil.

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A procedência, autenticidade e eventual relação dos relógios apreendidos com os fatos investigados deverão ser esclarecidas no decorrer das apurações.

MOVIMENTAÇÕES SUPERIORES A R$ 1 MILHÃO

A Operação Mandato Espúrio investiga atos de gestão e movimentações financeiras realizadas durante um período de intensa disputa pela representação legal do IMAFIR-MT.

De acordo com a investigação, há suspeita de que um ex-dirigente tenha realizado movimentações financeiras mesmo após acordo homologado e decisão judicial que o impediam de reassumir a presidência e praticar atos em nome da entidade.

As diligências apontam, em tese, para movimentações patrimoniais em favor de pessoas físicas e jurídicas relacionadas à administração investigada. Segundo a Derf de Cuiabá, as transações financeiras consideradas irregulares ultrapassam R$ 1 milhão.

Uma das movimentações, no valor de quase R$ 774 mil, teria sido destinada a uma conta pessoal e a uma empresa pertencente ao então diretor-executivo do instituto. Outra transferência, de R$ 270 mil, teria sido destinada a um escritório de advocacia.

BUSCAS E BLOQUEIO DE CONTAS

Foram cumpridos em Cuiabá dois mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, além de medidas judiciais de bloqueio de contas bancárias e suspensão dos acessos dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

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As ordens foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias – Polo Cuiabá, com base em diligências realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

A Justiça também determinou a suspensão e desativação de perfis de acesso, credenciais eletrônicas, tokens, certificados digitais, assinaturas eletrônicas e outros mecanismos utilizados para movimentar as contas da entidade.

Com as restrições, os investigados ficaram impedidos de realizar ou autorizar pagamentos, transferências, Pix, aplicações, resgates e outras movimentações bancárias em nome do instituto.

O IMAFIR-MT figura como vítima no inquérito e, segundo as informações divulgadas, colabora com as investigações.

MATERIAL SERÁ PERICIADO

Documentos, computadores, aparelhos celulares e registros contábeis também estão entre os materiais buscados pela Polícia Civil para esclarecer as contratações, autorizações bancárias e a destinação dos recursos.

Todo o material apreendido será analisado e periciado, e os resultados deverão subsidiar a continuidade do inquérito e eventual indiciamento dos envolvidos.

As suspeitas ainda estão sob investigação, e os investigados têm direito ao contraditório e à ampla defesa.

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