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Forças de segurança detém três faccionados após tentativa de homicídio em Cáceres

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Equipes do 6º Comando Regional da Polícia Militar, do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e da Polícia Civil frustraram uma tentativa de homicídio de uma facção criminosa e detiveram três faccionados, nesta quinta-feira (19.3), em Cáceres. Na ação, um dos suspeitos foi baleado após confronto com as forças de segurança. Três armas de fogo e munições foram apreendidas.

Conforme o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam informações via Ciosp sobre disparos de arma de fogo em uma residência no bairro Jardim do Trevo.

As equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil se deslocaram até o endereço e encontraram um suspeito detido por um policial do Gefron, que estava de folga.

Ainda no local, as forças de segurança montaram cerco na residência e foram alvos de tiros dos suspeitos, que permaneciam dentro da casa, revidando aos policiais. Momentos depois, o portão da casa foi aberto, e um dos criminosos tentou fugir do local atirando novamente contra os policiais, que revidaram e o atingiram com um disparo.

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Imediatamente, o suspeito foi contido e socorrido por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhado com vida para o Hospital Regional de Cáceres. Com ele, estava uma pistola de calibre 9 mm, com um carregador com três munições, que foi apreendida.

Já no interior da casa, o terceiro faccionado foi localizado em um cômodo do imóvel. Com o suspeito, os policiais apreenderam um revólver de calibre .38, com quatro munições. Também dentro da residência, foram apreendidas porções de substância análoga à maconha.

Segundo a apuração policial, os dois primeiros criminosos detidos seriam de uma mesma facção criminosa e teriam invadido a casa para executar o terceiro suspeito, que seria membro de uma facção rival. Os criminosos trocaram tiros dentro do imóvel até a chegada das forças policiais.

Diante da situação, dois suspeitos foram conduzidos para a delegacia de Cáceres, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências. O suspeito baleado permanece internado no hospital sob custódia policial.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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