POLICIAL

Força Tática apreende arma de fogo, porções de maconha e prende duas pessoas integrantes de facção criminosa

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional apreenderam, em duas ocorrências diversas, uma arma de fogo, munições e 26 porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, em Cuiabá. Uma mulher e um homem foram presos em flagrante por porte ilegal e tráfico ilícito de drogas. Os suspeitos foram identificados como integrantes de uma facção criminosa na Capital.

Durante o patrulhamento tático no âmbito da Operação Tolerância Zero, as equipes receberam informações de que um homem, de 28 anos, estaria armado e proferindo ameaças contra outras pessoas, no bairro Parque Nova Esperança. Após a denúncia, os militares intensificaram o policiamento na região e flagraram o suspeito de frente a uma residência na Rua 8.

Ao perceber aproximação dos policiais, o homem correu para o fundo do imóvel na intenção de fugir da abordagem, sendo detido em seguida.

Com ele, os policiais recolheram uma arma de fogo tipo revólver calibre 38, com cinco munições intactas. À PM, ele afirmou ser integrante de uma facção criminosa e já possui passagens criminais por roubo e furto. Ele foi detido e encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Já durante o desdobramento da operação no bairro Jardim Leblon, os policiais militares identificaram uma mulher, de 19 anos, e um homem, de 26 anos, em atitude suspeita, na Rua Primeiro de Março.

A dupla portava uma sacola em mãos, a qual, ao avistar as viaturas, dispensou no chão. Durante tentativa de abordagem, o suspeito correu, não sendo localizado até o momento.

A mulher relatou que a droga era de sua propriedade e do marido, alegando ter mais entorpecentes em sua residência. No local, os policiais militares apreenderam diversas porções de maconha e pasta base de cocaína. A suspeita também confessou ser integrante de uma facção criminosa. Ao todo, foram retiradas de circulação 24 porções de maconha e uma de cocaína, prontas para comercialização.

A suspeita e os ilícitos foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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