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Força-Tarefa de Segurança Pública prende em SC um dos líderes de facção criminosa mais procurado de Mato Grosso

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Cuiabá/MT – Um dos líderes da facção criminosa mais atuante em Mato Grosso foi preso na noite desta segunda-feira (11.04), em ação da Força-Tarefa de Segurança Pública (FTSP/MT), composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar.

O investigado é o líder de facção criminosa que atua fortemente na região sul do estado, em especial na cidade Barra do Graças e ficou famoso após matar uma sobrinha de 9 anos de idade com quatro tiros nas costas, em 2014 na cidade de Rondonópolis (MT).

O investigado também possuía contra si mandado de prisão preventiva em aberto, expedidos pela 7º Vara Criminal da comarca de Cuiabá, pela prática de tráfico de drogas e integrar organização criminosa.

Durante as investigações, identificou-se que o suspeito estava escondido na cidade do Rio de Janeiro e que iria realizar um deslocamento para a região sul do país de veículo. Com essas informações a equipe de investigação da FTSP realizou diversos levantamento até identificar a placa e o veículo utilizado pelo faccionado, como sendo uma Hillux, marca Toyota e que estaria passando naquele momento pelo estado de Santa Catarina.

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Com isso, realizando mais um trabalho integrado entre as forças de segurança, acionou-se uma equipe da PRF desse estado para realizar a abordagem na cidade de Joinville (SC). Durante a abordagem o preso não apresentou nenhuma reação e confirmou aos policiais que realmente é foragido da justiça mato-grossense.

A FTSP/MT consiste em uma força-tarefa composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Judiciária Civil e Polícia Militar e tem por objetivo realizar uma atuação conjunta e integrada no combate ao crime organizado que atua no Estado do Mato Grosso.

Informaçôes: Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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