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Foragido por tentativa de homicídio em Rondônia é preso com arma de fogo em Nova Mutum

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O autor de uma tentativa de homicídio qualificada, ocorrida no Estado de Rondônia, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na manhã desta sexta-feira (01.11), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum.

Considerado foragido da Justiça, o suspeito de 33 anos estava com mandado de prisão decretado pela comarca de Colorado (RO). Com ele, os policiais encontraram uma pistola calibre 9 mm, sendo também lavrado o flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.

As diligências que resultaram na prisão do procurado iniciaram após a Polícia Civil de Rondônia entrar em contato com a equipe da Derf de Nova Mutum, passando informações do possível paradeiro do suspeito na cidade.

Com base nas informações passadas, os policiais da Derf iniciaram a vigilância, conseguindo flagrar o suspeito no momento em que foi até a conveniência de um posto de combustível, onde foi realizada a sua abordagem.

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Em entrevista aos policiais, o suspeito confessou que possuía uma pistola calibre 9mm e munições em sua residência, e que o armamento estava com a documentação irregular.

Diante dos fatos, o armamento e mais três carregadores da pistola foram apreendidos e o suspeito conduzido à delegacia, onde além de ter o mandado de prisão cumprido, foi autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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