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Em menos de 24 horas PRF realizou três apreensões de droga em Rondonópolis

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As ocorrências aconteceram na Unidade Operacional da Polícia Rodoviária Federal em Rondonópolis entre terça e quarta-feira.

Na primeira situação, a equipe da PRF notou contradições nas respostas apresentadas por uma das passageiras fiscalizadas. Diante da suspeita, foi feita uma busca nos pertences dela, sendo encontrado dentro da forração da bolsa, uma embalagem de café, a qual apenas escondia a droga. Indagada sobre o ilícito, afirmou saber que era droga e que pegou em Cuiabá/MT e levaria até Ponta Porã.

Na segunda ocorrência, o ônibus o qual foi parado fazia o trajeto Aripuanã/MT – Brasília, uma passageira levantou suspeita da equipe da PRF que fazia a fiscalização. Ao ser perguntada sobre os motivos da viagem, ela afirmou que teria ido visitar a mãe a qual tinha se casado no Acre, porém não sabia indicar o local e também não tinha fotos do casamento. Diante disso, foi questionada a respeito das bagagens, afirmou que apenas trazia uma bolsa de mão e um travesseiro, ao solicitar que ela pegasse sua bolsa foi retirado o travesseiro de cima do banco para que coubesse a bolsa, para surpresa o travesseiro estava pesado e com um objeto dentro, um invólucro com droga que aparentava estar preparado para ser transportado junto ao corpo.

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Na última situação, o ônibus realizava o trajeto Cuiabá/MT – Rio de Janeiro e durante a fiscalização aos passageiros, uma mulher chamou a atenção devido ao volume sobressalente em seu abdômen, destacando-se mesmo com o casaco por cima. Ao abrir o zíper do casaco foi revelado um pacote retangular com droga. Indagada sobre o conteúdo, afirmou que pegou o entorpecente em Cuiabá e levaria até o Rio de Janeiro, e disse ainda que sabia ser droga, porém não sabia qual.

Ao total foram apreendidos cerca de 4 kg de cocaína. Todas as três mulheres foram detidas e encaminhadas à Polícia Civil de Rondonópolis para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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