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Em Alto Araguaia/MT, PRF e PM-MT apreendem mais de 200 kg de skunk escondidos em caminhão

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Na manhã de 18 de dezembro de 2024, uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de Mato Grosso (PM-MT) resultou na apreensão de aproximadamente 214 quilos de skunk em Alto Araguaia (MT). A abordagem ocorreu no km 05 da BR-364, por volta das 7h45.

O veículo abordado, um caminhão que transportava carga de aço apresentava documentação fiscal aparentemente regular. No entanto, durante a fiscalização, foram detectadas inconsistências no manifesto de carga, como divergências entre os motoristas e o cavalo trator utilizado no transporte. O condutor, afirmou que receberia um valor alto pelo frete, incompatível com o valor pago na região pelo serviço, tanbém não soube informar quem o contratou.

Uma inspeção detalhada identificou um compartimento oculto na estrutura dos semirreboques, onde foram localizados diversos tabletes de uma substância semelhante a skunk, uma variação de maconha com alto teor de THC.

Diante das evidências, o condutor foi preso em flagrante por tráfico de drogas. A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar de Alto Araguaia, que auxiliou na remoção da droga..

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A apreensão foi encaminhada à Delegacia da Polícia Judiciária Civil em Alto Araguaia para os procedimentos cabíveis. A empresa responsável pela carga foi notificada para realizar o transbordo do material transportado, com autorização da autoridade policial.

Essa ação reforça o compromisso das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e na proteção das rodovias brasileiras.

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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