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Trabalho integrado da Polícia Civil resulta no cumprimento de dois mandados de prisão em Guiratinga

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia de Guiratinga, com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional de Rondonópolis e da Polinter de Cuiabá, cumpriu dois mandados de prisão durante diligências realizadas no município.

As ordens judiciais foram cumpridas, nesta quarta-feira (17.6), após trabalho investigativo e levantamento de informações realizados pelas equipes policiais, que possibilitaram a localização e captura dos alvos.

O primeiro mandado foi cumprido no bairro Santa Maria Bertila, em desfavor de um homem, de 25 anos, investigado pelo crime de lesão corporal praticada contra mulher. A ordem de prisão preventiva foi expedida pela Vara Única da Comarca de Guiratinga.

O segundo mandado foi cumprido na região central da cidade contra um homem, de 60 anos. A prisão decorre de regressão de regime relacionada à condenação pelo crime de conduzir veículo automotor com a capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa. O condenado possui pena remanescente de quatro meses, conforme determinação expedida pela Vara Única da Comarca de Guiratinga.

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Após o recebimento dos mandados, as equipes iniciaram diligências para localização dos procurados, obtendo êxito no cumprimento das ordens judiciais. Os presos foram conduzidos à unidade policial e colocados à disposição da Justiça para as providências legais cabíveis.

A ação reforça a importância da integração entre as unidades da Polícia Civil e do trabalho de inteligência policial no cumprimento de decisões judiciais e na responsabilização criminal.

As equipes seguem em diligências no município para o cumprimento de outras ordens judiciais e continuidade das ações de enfrentamento à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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