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Criminoso envolvido em roubo em loja de autopeças é preso pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Um homem, identificado como autor de um roubo ocorrido em uma loja de autopeças em Rondonópolis, teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na terça-feira (28.1), em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município.

O suspeito, de 20 anos, também é investigado pela participação em outros cinco roubos em apuração na Derf.

O crime ocorreu em dezembro de 2024, ocasião em que o suspeito e um comparsa invadiram a loja de venda de peças de motocicletas, anunciaram o roubo, renderam as vítimas e as mantiveram em cárcere privado. Eles estavam em posse de uma arma de fogo.

Na ação criminosa, os suspeitos subtraíram R$ 700 em espécie, que estavam no caixa da loja. Assim que foi acionada sobre o roubo, os policiais da Derf Rondonópolis iniciaram as diligências e, por meio de imagens de câmeras de segurança da empresa, conseguiram identificar os envolvidos.

Com base nos levantamentos, foi representado pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pela Justiça. Assim que tomou conhecimento da ordem judicial, a equipe de investigadores da Derf passou a monitorar a residência do investigado.

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No momento em que foi abordado pelos policiais, o suspeito tentou fugir, mas foi alcançado pela equipe, que cumpriu o mandado de prisão. Ele foi conduzido à Derf para as providências cabíveis e, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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