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Condenados foragidos da Justiça são presos pela Polícia Civil em Rondonópolis

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Dois homens com mandados de prisão por condenação em aberto foram presos pela Polícia Civil, nesta quinta e sexta-feira (2 e 3.7), em ação conjunta realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis e da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol).

O primeiro mandado contra um foragido, de 27 anos, foi cumprido na noite de quinta-feira (2), no bairro Vila Ipiranga, em Rondonópolis. Ele era alvo de mandado de regressão cautelar pelo crime de lesão corporal praticada contra a mulher por razões da condição do sexo feminino.

O condenado possui pena remanescente de um ano, a ser cumprida inicialmente em regime fechado. Após receber o mandado, a equipe da DHPP realizou levantamento de informações e diligências que possibilitaram a localização e prisão do procurado.

O segundo mandado foi cumprido nesta sexta-feira (3), no bairro Jardim Paineiras, contra um homem, de 29 anos, condenado pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. O mandado também era de regressão cautelar, com pena remanescente de 14 anos e quatro meses, a ser cumprida inicialmente em regime fechado.

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Assim que tomou conhecimento da ordem judicial, a equipe policial iniciou diligências investigativas, localizando e prendendo o condenado. Após as capturas, os dois presos foram encaminhados à Delegacia de Polícia para os procedimentos legais e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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