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Candidatos inscritos para o conselho tutelar tem até amanhã (26) para regularizar documentações pendentes na Casa dos Conselhos

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Os candidatos inscritos no processo de escolha de novos conselheiros tutelares de Sinop devem conferir a lista de checagem dos documentos solicitados para inscrição, que está disponível na sede da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação ou através do seguinte link https://www.sinop.mt.gov.br/fotos_downloads/428.pdf. Essa lista contém a relação dos nomes de pessoas inscritas que apresentaram erro no envio de alguma documentação solicitada e precisam reenviar. Neste caso, o candidato poderá entregar os documentos faltantes pessoalmente na Casa dos Conselhos, que fica anexa à Secretaria, localizada na rua das Aroeiras, nº 1.128, Setor Comercial, das 8h às 11h até amanhã, sexta-feira (26).

O prazo de inscrições gratuitas começou no dia 28 de abril e terminou na última sexta-feira (19). No dia 31 deste mês será divulgada a relação das inscrições deferidas e indeferidas, já a aplicação da prova escrita e prática está programada para 25 de junho e o resultado deve ser divulgado dia 4 de julho. A eleição será no dia 01 de outubro e o processo de escolha ocorrerá por meio do voto direto. Serão ofertadas 10 vagas no cargo para os próximos quatro anos, de 2024 a 2028.

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A remuneração prevista para o cargo é o salário de R$5.425,00 mais benefício de vale alimentação no valor de R$330,00, para jornada de trabalho de 40 horas semanais, em regime de dedicação exclusiva. Os candidatos aprovados atuarão no Conselho Tutelar da Região I e Conselho Tutelar da Região II, sendo 05 conselheiros em cada uma delas.

Todo o processo de escolha, seleção, aprovação e posse será feito pela Casa dos Conselhos, departamento vinculado e ligado, diretamente, à Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação e ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, órgão responsável por fiscalizar o Conselho Tutelar.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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