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Bope prende dois homens e recupera motosserras furtadas de propriedade rural em Acorizal

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Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais (Bope) prenderam dois homens, de 20 e 28 anos, pelo crime de furto, na tarde desta segunda-feira (7.7), na zona rural de Acorizal. Na ação, os policiais localizaram quatro motosserras que haviam sido levadas de um sítio.

No período da tarde, equipes do Núcleo de PM de Acorizal receberam denúncias de um homem, que informou ter sido vítima de um furto. O homem relatou que saiu para trabalhar e, ao retornar para casa, notou que a porta de sua residência estava quebrada e algumas motosserras que utiliza para trabalhar tinham sido furtadas.

Diante das informações, as equipes policiais iniciaram diligências e acionaram uma equipe do Bope e setor de inteligência para buscas na região. No local, os policiais militares coletaram depoimentos de testemunhas que afirmaram terem visto dois homens, em uma motocicleta Titan vermelha, transitando de modo suspeito entre as propriedades rurais.

Os militares continuaram as diligências até a cidade de Acorizal, onde localizaram a motocicleta e os suspeitos, com as mesmas características informadas.

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Na abordagem, os homens foram questionados sobre o furto e confessaram terem cometido o crime. Em seguida, a dupla levou os policiais até o local onde os produtos furtados estavam escondidos, sendo quatro motosserras, uma lixadeira e furadeira.

Os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos até a sede do NPM de Acorizal para registro da ocorrência. No local, a vítima fez o reconhecimento e a recuperação dos materiais.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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