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Autor de homicídio no distrito de Santo Antônio do Fontoura é preso pela Polícia Civil em Goiás

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Um dos autores do homicídio ocorrido no último dia 09 de junho, no distrito de Santo Antônio do Fontoura, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, na tarde de sábado (15.06), em ação realizada pelas equipes da Delegacia Regional de Vila Rica, Delegacia de São José do Xingu, com a apoio da Polícia Militar do estado de Goiás.

O suspeito teve o mandado de prisão decretado pela Justiça, com base em investigações da Polícia Civil, que apuram a morte de Edmilson Reges Santana, de 25 anos, executado a tiros em uma casa de eventos, em Santo Antônio do Fontoura.

Assim que tomaram conhecimento do homicídio, a equipe de policiais da Delegacia de São José do Xingu com apoio da Delegacia Regional de Vila Rica iniciaram as diligências para identificar e prender os autores do crime.

Durante os trabalhos de investigação, os policiais conseguiram levantar elementos e provas de materialidade e de autoria do crime. Com base nas informações, levantadas, foi representado pelo mandado de prisão preventiva dos dois suspeitos, que foram deferidas pela Justiça.

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Com a expedição das ordens judiciais, os policiais iniciaram as diligências para localização dos alvos, sendo identificado o paradeiro de um dos procurados na cidade de Goiânia (GO), sendo a prisão cumprida por uma equipe da Polícia Militar da cidade.

As diligências seguem em andamento para localizar e prender o segundo envolvido no crime. A prisão integra os trabalhos da Operação Amon, desenvolvida na Regional de Vila Rica para o cumprimento de mandados de prisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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