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Autor de homicídio em Ribeirão Cascalheira é preso na cidade de Porto Alegre do Norte

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O autor do homicídio contra uma uma mulher, praticado por vingança e motivado por droga, no município de Ribeirão Cascalheira (900 km a leste de Cuiabá), foi preso em flagrante pela Polícia Civil.

A vítima, Letícia Rodrigues de Oliveira, de 33 anos, foi encontrada morta dentro de sua residência, na tarde de terça-feira (03.6). O suspeito, de 22 anos, conhecido como “Polaquinho”, foi preso horas depois na cidade de Porto Alegre do Norte.

A Delegacia de Ribeirão Cascalheira foi acionada por uma testemunha, que relatou que a filhinha de Letícia chegou em sua casa e parecia estar perdida. Em seguida a testemunha, que é vizinho, foi levar a criança embora, e ao chegar na casa de Letícia chamou a moradora por diversas vezes.

Por não ser atendido ele entrou na casa e se deparou com o imóvel todo revirado. Dentro do cômodo encontrou o corpo de Letícia caído ao lado da cama enrolado em uma coberta. A equipe médica foi acionada e constatou o óbito da vítima.

Imediatamente os policiais civis coordenados pelo delegado de Ribeirão Cascalheira, Diogo Jobane Neto, passaram a diligenciar para esclarecer o crime e conseguiram identificar o autor, conhecido como “Polaquinho”.

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Conforme apurado o suspeito estava proibido pela facção criminosa de comprar ou usar entorpecentes. No entanto, ele foi até a casa de Letícia para adquirir drogas, e ela avisou a facção.

Diante disso os integrantes se reuniram e cometeram o “salve” contra Polaquinho, que em seguida motivado pela raiva de ser denunciado ao comando, praticou o homicídio contra Leticia.

Com base nos indícios e provas de autoria a equipe descobriu que o jovem havia fugido e com apoio da Delegacia de Porto Alegre do Norte, ele acabou sendo preso na região, ainda em situação de flagrante delito.

O suspeito foi conduzido para as providências cabíveis, e após a confecção dos autos pelo crime de homicídio foi colocado à disposição do Poder Judiciário.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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