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Autor de furtos em estacionamentos de supermercados é preso pela Polícia Civil em Várzea Grande

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Um homem identificado como autor de diversos furtos em estacionamentos de mercados em Várzea Grande foi preso pela Polícia Civil, na manhã de domingo (30.06), durante investigações realizadas pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da cidade (Derf-VG).

O suspeito, de 47 anos, já era monitorado por tornozeleira eletrônica pela prática de outros crimes e foi autuado em flagrante por furto qualificado consumado e furto qualificado tentado em continuidade delitiva.

As investigações iniciaram após diversos registros de furto em estacionamentos de mercados, em que o suspeito subtraía capacetes e objetos armazenados em baús de motocicletas que estavam em estacionamentos de mercados.

Com base nas informações, os policiais coletaram imagens de câmeras de segurança, conseguindo identificar que o autor dos furtos era sempre um homem, vestido de preto, que chegava em uma motocicleta e subtraia os bens das vítimas.

Enquanto investigavam os fatos, os policiais receberam novas informações de que nos dias 28 e 29 de junho o suspeito teria voltado a um mercado da cidade, ocasião em que tentou praticar novos furtos.

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Por meio das imagens foi possível identificar o veículo utilizado nos crimes, assim como o possível endereço do suspeito. No local, os policiais encontraram o autor dos furtos e diversos objetos subtraídos em suas ações criminosas.

Em checagem no sistema, foi verificado que o suspeito possui extensa ficha criminal, com várias passagens por roubo e furto, sendo inclusive condenado pelos crimes.

Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Derf de Várzea Grande, onde, após ser interrogado pelo delegado Sérgio Luiz Henrique de Almeida, foi lavrado o flagrante, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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