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Atuação integrada entre PRF e PM resulta em grande apreensão de drogas em Nova Mutum (MT)

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Uma atuação integrada entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) na madrugada deste sábado (20),  resultou na apreensão de uma grande quantidade de entorpecentes no município de Nova Mutum (MT).

Durante ações integradas de fiscalização e análise de risco, a atuação contou com a participação de equipes da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso, com apoio técnico de unidades especializadas da PRF dos estados de Rondônia, Goiás e Rio de Janeiro, além da Polícia Militar de Mato Grosso, por meio do 26º Batalhão da PMMT, em Nova Mutum, e do ARI do Comando Regional 14.

Durante a ação, foi abordada uma combinação de veículos de carga, composta por um caminhão Volvo/FH 440, com origem em Trindade (GO), e um semirreboque Librelato, de Divinópolis (MG). Após os procedimentos de verificação, os policiais localizaram aproximadamente 35 fardos de substância análoga à skunk, com cerca cerca de 800 quilos de entorpecente.

Como resultado da operação, um indivíduo foi detido, além da apreensão da droga e da combinação de veículos utilizada no transporte.

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A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil de Nova Mutum, responsável pelos procedimentos legais e pela continuidade das investigações.

A ação evidencia a eficácia da atuação conjunta entre PRF e PM, fortalecendo o combate ao tráfico de drogas e reafirmando o compromisso das forças de segurança com a proteção das rodovias e da sociedade.

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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