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Dorner visita área para avaliar estrutura e organização do torneio de pesca e festival de praia 2023

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O Festival de Praia e o Torneio de Pesca, dois grandes eventos aguardados pela população sinopense, já começaram a ser organizados pelo Executivo Municipal. Ontem (29), o prefeito Roberto Dorner (Republicanos) foi até a praia do Cortado para avaliar o espaço e definir, junto com a equipe de organização, detalhes das instalações que deverão atender a população neste ano. “Nós precisamos ampliar nossa área que vai atender o Torneio de Pesca e o Festival de Praia. Ano passado, a estrutura ficou muito boa, mas percebemos que faltou mais espaço. Esse ano vamos ampliar o espaço, ampliar as áreas de limpeza, para que a população fique mais bem servida”, explicou Dorner.

Os eventos fazem parte da programação especial em comemoração ao aniversário de Sinop, celebrado em 14 de setembro. Além do prefeito, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Klayton Gonçalves, integrou a comitiva que visitou a área e destacou que, para este ano, tanto o festival quanto o torneio serão ainda melhores do que o ano anterior.

“Neste ano, teremos várias ampliações para acontecer tanto no Festival de Praia quanto no Torneio de Pesca. As melhorias já começam na vinda para cá. A estrada Nanci está parcialmente asfaltada e até os eventos acreditamos que já estará concluída. Importante lembrar ainda que esses cuidados que estamos tomando aqui, junto com as secretarias de Meio Ambiente e de Obras, são para trazer mais conforto, é uma grande ampliação”, destacou Klayton.

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O Festival de Praia, ícone dos anos 2000, foi retomado pelo Executivo no ano passado depois de um hiato de 16 anos, e reuniu mais de 23 mil pessoas em três dias, sendo considerado sucesso e deixando aquele gostinho de “quero mais”. Já o torneio de pesca chega, em 2023, em sua terceira edição e consolida Sinop como destino da pesca esportiva no Estado. Ano passado, por exemplo, o evento contou com a participação de aproximadamente 300 competidores, 85 barcos, 90 caiaques e teve 151 peixes fisgados.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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