POLÍCIA FEDERAL
PF e CGU apuram crimes licitatórios e de corrupção em Mato Grosso do Sul
Corumbá/MS. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria Geral da União, deflagrou, nesta quarta-feira (3/7), a Operação João Romão destinada a combater crimes licitatórios e de corrupção que estariam sendo praticados no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos da Prefeitura Municipal de Corumbá. Policiais federais cumpriram 14 mandados de busca e apreensão nas cidades de Corumbá e Campo Grande, todos expedidos pela Justiça Federal.
A investigação, que se iniciou em 2021, mostrou que o atual secretário municipal teria criado uma empresa que acabou vencendo diversos procedimentos licitatórios da pasta sob sua reponsabilidade, sendo responsável por obras cujos valores ultrapassam R$ 12 milhões. Ainda durante as investigações foi possível colher indícios de irregularidades que teriam permitido a empresa suspeita ter capacidade financeira e técnica para participar dos certames licitatórios que venceu.
Foram alvos da operação um servidor público, servidores comissionados e efetivos envolvidos nas autorizações e fiscalizações das obras executadas, além de pessoas responsáveis pelas empresas.
Caso saiba de informações sobre este ou outros casos de competência da PF entre em contato através do canal de denúncias anônimas: vias e-mail: [email protected] e telefone: 67 99137 6782.
Comunicação Social da Polícia Federal em Corumbá/MS
Contato: (67) 3303-5626/5627
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF prende três pessoas em flagrante por suspeita de compra de votos
Palmas/TO. A Polícia Federal realizou, neste sábado (03/10), a prisão em flagrante de três pessoas investigadas pela suposta prática do crime de corrupção eleitoral no município de Gurupi/TO.
Foram presos o suposto responsável pelo repasse dos valores e duas eleitoras que teriam recebido valores em troca do compromisso de voto. Apurou-se que o indivíduo teria oferecido e entregue vantagem pecuniária às duas eleitoras, com a finalidade de obter votos em favor de candidato nas Eleições Gerais de 2026.
A investigação prosseguirá com o objetivo de esclarecer todas as circunstâncias dos fatos, incluindo a eventual participação de outras pessoas e a origem dos recursos empregados, além de reunir elementos probatórios para a completa elucidação do crime.
Os envolvidos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de corrupção eleitoral, previsto no Código Eleitoral, que consiste em dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber vantagem com a finalidade de obter ou dar voto, cuja pena pode chegar a quatro anos de reclusão e pagamento de multa.
Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
Fonte: Polícia Federal
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