POLÍCIA FEDERAL

Estrangeiras são presas pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte utilizando passaportes furtados

Publicados

em


Natal/RN – A Polícia Federal prendeu em flagrante na madrugada da quinta-feira, 7/4, no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, região metropolitana de Natal, duas mulheres haitianas, de 36 e 37 anos, respectivamente, acusadas de portarem passaportes furtados. Elas pretendiam viajar para a Europa.

A dupla chegou ao RN, vinda de São Paulo, e seguiria viagem para Lisboa/Portugal, mas com destino final, Paris, França. Elas foram detidas no momento em que se apresentaram no guichê da Polícia Federal. Ao conferir a documentação, os policiais verificaram que havia um registro de alerta na Interpol, feito pela polícia francesa, noticiando que a numeração ali apresentada pertencia a dois passaportes que haviam sido furtados de cidadãs francesas. 

De imediato, as mulheres receberam voz de prisão e foram conduzidas para os procedimentos cartorários de autuação na sede da PF em Natal.

Durante o interrogatório, elas chegaram a manter a versão de que os passaportes eram autênticos, porém caíram em contradição várias vezes e não souberam confirmar os próprios dados pessoais inseridos nos documentos.

Leia Também:  Polícia Federal, PMPR e PCPR apreendem comboio de veículos carregados com cigarros avaliados em mais de R$ 4 milhões em Mercedes/PR

Indiciadas por receptação e uso de documento de terceiros, caso venham a ser condenadas, as envolvidas podem pegar até 6 anos de reclusão.

Após submetidas a exame de corpo de delito no ITEP, as mulheres se encontram custodiadas na Superintendência da Polícia Federal, à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte

(84) 3204.5588

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (61) 2024-8142

Propaganda

POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operações policiais simultâneas no Acre

Publicados

em

Rio Branco/AC. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (21/9), as Operações Ptolomeu IV e Umbra, destinadas a combater o desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no Acre e desarticular estrutura montada para espionar as atividades da Polícia Federal em favor de investigados de fases anteriores da Operação Ptolomeu.

A Operação Ptolomeu IV foi desencadeada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e abrange duas frentes investigativas. A primeira refere-se à contratação da empresa responsável pela construção inicial da nova sede do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC). Auditoria a CGU apontou superfaturamento por inexecução parcial no montante estimado em aproximadamente de R$ 1,2 milhão, correspondente a serviços medidos e pagos, mas que não teriam sido efetivamente concluídos.

A investigação também identificou vestígios de que recursos provenientes dos contratos públicos teriam sido desviados para pagamento de despesas particulares e concessão de vantagens indevidas a agentes públicos. A análise das movimentações financeiras da empresa contratada revelou, ainda, expressivo volume de saques em espécie e outras operações consideradas atípicas.

A outra vertente da apuração possui relação com a segunda empresa que posteriormente foi contratada para concluir a mesma obra. Os indícios reunidos indicam possível sucessão empresarial e continuidade das práticas ilícitas investigadas, inclusive com vínculos entre pessoas relacionadas à nova contratada e empresas anteriormente investigadas no âmbito da Operação Ptolomeu.

Leia Também:  Polícia Federal, PMPR e PCPR apreendem comboio de veículos carregados com cigarros avaliados em mais de R$ 4 milhões em Mercedes/PR

Já no âmbito da Operação Umbra, a partir de dados colhidos em fases anteriores da Operação Ptolomeu, a PF identificou evidências da existência de um núcleo de contrainteligência estruturado para obter informações sobre as ações policiais, movimentação de equipes e viaturas, com a finalidade de antecipar as ações policiais e adotar providências para reduzir a efetividade de medidas judiciais. 

A apuração também identificou a possível participação de ex-servidor terceirizado e de agente da Polícia Federal no repasse indevido de informações relacionadas a operações policiais. 

Ao todo, as operações combinadas cumpriram 28 mandados de busca e apreensão nas cidades de Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Maringá/PR e Navegantes/SC, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça, onde os casos tramitam. 

O STJ autorizou, ainda, o sequestro de bens e valores com a finalidade de ressarcimento do erário, bem como impôs aos investigados diversas medidas cautelares, tais como afastamento de função pública, proibição de contato entre si, proibição de frequentar determinados órgãos públicos e proibição de ausentar-se da comarca de residência e do país (com a obrigação da entrega dos passaportes à Superintendência da Polícia Federal no Acre, no prazo de 24 horas).

Leia Também:  PF apreende 26 kg de haxixe e prende duas pessoas no Aeroporto de Guarulhos/SP

Foram apreendidos valores em espécie com alguns dos investigados, estimados, até o momento, em cerca de R$ 1 milhão. Além disso, três dos suspeitos acabaram presos em flagrante delito por posse ilegal de armas de fogo.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e embaraço à investigação de infração penal envolvendo organização criminosa, sem prejuízo de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das apurações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
Fone: (68) 99241-6362
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA