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Turismo brasileiro encerra primeiro semestre do ano com alta de 6,6%

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O turismo nacional segue em franca expansão, e os números confirmam essa tendência. Dados divulgados nesta quinta-feira (14/08) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, no acumulado de 2025, o setor registra um crescimento de 6,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, o resultado foi impulsionado, sobretudo, por aumentos de receita de empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros; serviços de reservas relacionados a hospedagens; restaurantes e hotéis.

Regionalmente, 14 dos 17 estados analisados apresentaram avanços em serviços voltados ao turismo, com destaque para São Paulo (6,1%), Rio de Janeiro (14,2%), Bahia (9,3%), Rio Grande do Sul (9,4%), Santa Catarina (7,7%) e Paraná (5,5%).

“O momento do turismo nacional é fantástico, e esse crescimento é resultado de ações que estamos desenvolvendo para apoiar o setor. Temos visto todos os recordes sendo quebrados neste ano. Os investimentos não vão parar, o nosso objetivo é assegurar, cada vez mais, uma experiência sempre mais qualificada para os viajantes no Brasil”, comenta o ministro do Turismo, Celso Sabino.

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Na comparação entre junho de 2025 e igual mês do ano passado, o volume de atividades turísticas no Brasil cresceu 4,1%, o 13º resultado positivo seguido. O índice foi impulsionado principalmente pela elevação da receita de empresas dos ramos de transporte aéreo de passageiros, serviços de bufê e hotéis. O segmento turístico se encontra 11,6% acima do patamar de fevereiro de 2020, período que marcou o início da pandemia de Covid-19.

A Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE oferece um panorama detalhado da atividade turística no Brasil e do setor de serviços como um todo. As informações levantadas são fundamentais para a formulação de políticas públicas que contribuam para o impulsionamento do turismo no país.

AVANÇOS – Os números divulgados nesta sexta-feira corroboram outros bons indicadores do turismo nacional. De janeiro a maio de 2025, por exemplo, o setor acumula um faturamento de R$ 90,4 bilhões, valor mais alto da série histórica iniciada em 2012 pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em dados do IBGE. O resultado também representa um aumento de 7% na comparação anual.

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Já no turismo internacional, o Brasil recebeu, entre janeiro e julho de 2025, o recorde de 5.952.254 turistas estrangeiros, que representa um crescimento de 47,5% ante o mesmo período de 2024. A quantidade impressiona: equivale a duas vezes a população inteira do Distrito Federal, atualmente estimada em 2.982.818 habitantes.

Somente no mês de julho, o Brasil contabilizou 620.143 chegadas de visitantes internacionais, um avanço de 41,9%, ou seja, 183 mil turistas a mais, quando comparado a julho do ano passado. A alta reflete o fortalecimento da imagem do país como destino turístico e os esforços conjuntos do governo federal para a promoção de atrativos nacionais no exterior.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC solicita atuação da PF e da AGU em função das ameaças às universidades federais

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O Ministério da Educação (MEC) solicitou que a Polícia Federal (PF) investigue as ameaças que estão sendo direcionadas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas nos últimos dias. A Advocacia-Geral da União (AGU) também foi acionada para que atue com a adoção das medidas jurídicas cabíveis.

Nos ofícios enviados às duas instituições o MEC pede providências aos órgãos competentes diante da gravidade das ameaças de violência e de destruição patrimonial, além da utilização de símbolos nazistas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas ao MEC, especialmente, nesta semana.

Os casos de ameaças foram registrados nos campi da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Universidade Federal de Jataí (UFJ), da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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Nos documentos enviados, o MEC ressalta que a atuação da PF e da AGU são urgentes “para apurar a autoria, a materialidade e as circunstâncias das ameaças e dos atos de violência direcionados às universidades federais.”

“O contexto sensível do período eleitoral amplia a gravidade desses atos, tornando imperativa a salvaguarda da integridade física da comunidade acadêmica e do patrimônio público. Essas ameaças e violências buscam intimidar o debate democrático, perturbar a ordem pública e comprometer o livre exercício das funções constitucionais das instituições de ensino superior”, diz trecho dos ofícios encaminhados.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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