NACIONAL

Silveira reúne diretores da ANP e PPSA para avançar em medidas que reforçam arrecadação estatal em R$ 35 bilhões nos próximos dois anos

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, se reuniu nesta terça-feira (3/06) com diretores da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e da Pré-Sal Petróleo (PPSA), vinculadas ao Ministério de Minas e Energia (MME), para alinhar estratégias que visam fortalecer a arrecadação pública no setor de óleo e gás. O conjunto de medidas prevê um potencial de arrecadação de aproximadamente R$ 35 bilhões nos próximos dois anos.

Durante o encontro, foram discutidas ações regulatórias e legislativas, como a realização de novos leilões, ajustes normativos e mudanças nos modelos de comercialização de petróleo da União, que contribuirão para ampliar a receita pública e garantir maior eficiência na gestão dos recursos do setor.

“Estamos buscando, com todo rigor e responsabilidade, potencializar a arrecadação no setor de óleo e gás, que representa parcela significativa da nossa economia, para ajudar o Brasil a retomar investimentos e impulsionar o desenvolvimento nacional. Em conjunto com a ANP e PPSA, vamos assegurar recursos importantes para fortalecer as políticas públicas e ampliar a capacidade de investimento do Estado brasileiro”, afirmou Silveira.

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As iniciativas contam com o apoio do Congresso Nacional, que analisa projetos de lei em regime de urgência, e integram o esforço coordenado do Governo Federal para o fortalecimento fiscal e a dinamização do setor energético nacional.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

Atestados médicos de até 90 dias não têm mais perícia presencial

O Ministério da Previdência Social e o INSS modernizaram as regras para a concessão do benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença), eliminando a necessidade de o segurado comparecer às agências. Agora, atestados médicos que recomendam o afastamento por até 90 dias podem ser aprovados exclusivamente via análise documental. Antes, esse limite era de 60 dias.

A medida faz parte da nova versão do Atestmed, que permite a concessão de benefícios apenas com análise do atestado médico e exames. Todo o procedimento é resolvido de casa, sem necessidade de ir a uma Agência. O fluxo funciona de maneira digital.

Como funciona

O cidadão acessa o portal ou aplicativo Meu INSS, anexa os atestados e exames complementares e aguarda a análise remota pelos médicos peritos. Não é preciso agendar nem se deslocar até uma unidade física. Os peritos emitem parecer e o resultado da perícia também será informado pelo Meu INSS.

Requisitos do Atestado

O INSS reforça que o atestado médico deve ser legível e conter obrigatoriamente: nome completo do paciente, data de emissão, CID (Classificação Internacional de Doenças) ou diagnóstico por extenso, assinatura e carimbo do médico com CRM, além do prazo estimado de repouso.

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Caso o documento apresente rasuras ou informações incompletas, o sistema ainda poderá encaminhar o segurado para uma perícia presencial, mas a regra geral passa a ser a simplificação digital. A mudança representa um avanço na modernização do órgão e promete dar mais conforto aos trabalhadores que enfrentam problemas de saúde.

Novo Atestmed

O Ministério da Previdência Social (MPS) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) lançaram, em 24 de março, o novo Atestmed para análise e decisão de benefícios por incapacidade temporária por meio de análise documental. Com as novas regras, o prazo máximo de duração desse benefício, quando concedido via Atestmed, foi ampliado de 60 dias para até 90 dias.

O MPS e o INSS estimam que as mudanças trazidas pelo Novo Atestmed poderão reduzir em até 10% a demanda por perícia presencial inicial. Além disso, somente o aumento no período de repouso para até 90 dias permitirá que mais de 500 mil segurados por ano possam ser abrangidos pelo Atestmed, sem passar por uma perícia presencial. A medida também contribui para a redução da fila.

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Fonte: Ministério da Previdência Social

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