POLÍTICA MT
Deputada Eliane Xunakalo denuncia ameaças de morte contra o Povo Kanela
Matéria de Jairo Pitolé, assessor de imprensa da deputada.
A deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT) prestou solidariedade ao povo Kanela do Araguaia durante a sessão ordinária desta quarta-feira (22). A reserva foi criada pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), por meio da Portaria nº 1.378/2025, durante a COP30, realizada em novembro de 2025. Segundo relatos, a etnia vem sofrendo ameaças de morte dentro do próprio território.
“Nossa preocupação é pela integridade física das mulheres, crianças e anciões, que estão neste território. Utilizamos a tribuna desta Assembleia Legislativa de Mato Grosso para solicitar proteção aos nossos irmãos, que estão apenas exercendo o direito de ocupar seu território. Neste fim de semana, recebendo vários vídeos de pessoas se juntando para causar conflitos”, disse.
“Por isso, é importante que a Polícia Militar e a Força Nacional estejam presentes na região, porque a situação é tensa. Temos conversado com nossas lideranças, cujos relatos são de ameaças de morte contra nossos parentes. Este é o alerta que fazemos nesta tribuna e pedimos o apoio dos colegas deputados para evitar que não tenhamos nos noticiários novas mortes de pessoas indígenas”, completou.
A Terra Indígena Kanela do Araguaia, destinada ao usufruto exclusivo do Povo Indígena Kanela do Araguaia, está localizada nos municípios de Luciara e São Félix do Araguaia, na região nordeste de Mato Grosso.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Deputada Eliane Xunakalo pede vistas de projeto que afeta comunidades indígenas e quilombolas
Matéria de Jairo Pitolé, assessor de imprensa da deputada.
A deputada estadual em exercício, Eliane Xunakalo (PT), pediu, durante a sessão da tarde desta quarta-feira (22) da Assembleia legislativa, vistas do Projeto de Lei Complementar nº 175/2025, de autoria do deputado Max Russi (Podemos), que estabelece diretrizes para a implementação da oferta de serviços de telecomunicações para acesso em áreas indígenas e quilombolas de Mato Grosso.
Segundo ela, o PLC 175/2025, ao autorizar a passagem de cabos em territórios indígenas, usurpa a competência da União (Governo Federal), responsável por legislar sobre terras indígenas. “Além disso, não prevê nenhuma contrapartida aos territórios afetados e, sequer, fala em consultas ou audições com as partes interessadas. Ou seja, indígenas e quilombolas”.
“Precisamos ficar atentos a estas matérias, que atingem diretamente as comunidades de nossos parentes indígenas. O direito à consulta livre é fundamental. Não se pode entrar em nossas terras sem, no mínimo, conversar conosco, pedir nossa opinião. Esta é uma situação muito grave, que não pode ocorrer”, completou.
Fonte: ALMT – MT
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