NACIONAL
Seminário em Brasília (DF) destaca avanços na promoção do afroturismo no Brasil
O diálogo e a troca de experiências sobre o fortalecimento do afroturismo no Brasil marcaram a realização do Seminário Rotas Negras 2025, organizado em Brasília (DF). Iniciado na quarta-feira (26.11), o evento reuniu, durante dois dias, gestores públicos, especialistas, afro-empreendedores e lideranças de comunidades tradicionais de todas as regiões do país para discutir avanços do Rotas Negras, programa do Governo do Brasil que impulsiona a atividade.
Coordenado pelo Ministério da Igualdade Racial e organizado em parceria com o Ministério do Turismo e outros órgãos federais, o programa promove a história e a cultura afro-brasileira, a partir da criação de roteiros turísticos afrocentrados.
A ação estrutura o afroturismo como política de desenvolvimento sustentável, de reparação histórica a povos tradicionais e de fortalecimento da economia negra, de forma a tornar o apoio ao segmento uma política de Estado.
A secretária-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes, que participou do seminário nesta quinta-feira (27.11), defendeu esforços pela valorização do afroturismo. “O afroturismo já existia há muito tempo, a gente agora está organizando de uma maneira compartilhada com vários atores, para levar para o mundo. Não existe futuro sem ancestralidade, sem memória. E eu, como mulher amazônida, do Pará, de Belém eu sei disso”, declarou Ana Carla.
No evento, houve a posse de membros do Comitê Gestor do Rota Negras, como Juliana Oliveira, chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério do Turismo; Fabiana Oliveira, coordenadora-geral de Produtos e Experiências Turísticas do órgão; Sinara Alves, coordenadora de Aproveitamento de Ativos Naturais da Pasta; e Solange Barbosa, do Coletivo Muda!, pioneira do afroturismo no Brasil, representando o Conselho Nacional de Turismo (CNT).
Também presente, a secretária-executiva do Ministério da Igualdade Racial, Raquel Barros, apontou benefícios da realização do seminário. “Esse seminário é a concretização de um dos nossos objetivos, que é pensar em como a gente valoriza o que a população negra já faz ancestralmente e como a gente traz isso para o centro. O Rotas Negras é a materialização disso. O afroturismo é, para nós, uma agenda incontornável”, enfatizou Raquel.
PREMIAÇÃO – Durante o evento, no qual os participantes conheceram diversas iniciativas de fortalecimento do afroturismo desenvolvidas em locais como os estados do Pará e de Alagoas, foi anunciado, ainda, o lançamento do edital do Prêmio Rotas Negras. O processo vai reconhecer ações de destaque no segmento, a fim de impulsionar boas práticas, fomentar o desenvolvimento sustentável de comunidades negras e divulgar a cultura afro nacional e internacionalmente.
O seminário também reuniu Clédisson Júnior, secretário de Gestão do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial; Mariana Braga Teixeira, chefe da Assessoria de Participação Social e Diversidade do Ministério da Cultura, Valdice Gomes, representante da sociedade civil no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial, e Victor Lopes, coordenador de Projetos da Universidade Federal de Santa Maria (RS), entre outros.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
MEC Idiomas tem mais de 560 mil matrículas ativas
Criado para democratizar e ampliar o acesso ao ensino de línguas estrangeiras no Brasil, o MEC Idiomas atingiu a marca de 564 mil matrículas ativas. Totalmente gratuitos, o portal e o aplicativo oferecem aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado e têm como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados. Do total de matriculados, 426,3 mil (75,6%) fazem aulas de inglês, enquanto os demais 137,7 mil (24,4%) participam de cursos de espanhol.
O portal e o aplicativo serão integrados ao ecossistema do Idiomas sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino multilíngue já consolidada. As aulas do MEC Idiomas estão organizadas em seis níveis (A1 a C2); e quatro a seis módulos por nível, cada um deles com dez a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas. Diversas ferramentas podem ser acessadas pelos estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de inteligência artificial para dar apoio, tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.
Entre as matrículas com idade informada, a maior concentração de estudantes está na faixa de 25 a 34 anos (198,3 mil matrículas), seguida por estudantes de 18 a 24 anos (145,3 mil) e de 35 a 44 anos (106,8 mil). Juntas, as faixas entre 18 e 34 anos concentram 61% das matrículas. Já em relação à distribuição por região, nas três primeiras posições, estão Sudeste, com 228,9 mil matrículas; Nordeste, com 126,2 mil matrículas; e Sul, com 55,8 mil matrículas. Quanto às unidades federativas, São Paulo lidera em número de matrículas, seguido por Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco.
Passo a passo para usar a plataforma:
- Acessar o MEC Idiomas via portal ou via aplicativo e fazer login com o Gov.br;
- Escolher o idioma que deseja aprender — inglês ou espanhol;
- Fazer o teste de proficiência, disponível na plataforma, que avalia o grau de conhecimento do estudante;
- Fazer os exercícios de fixação e de “gamificação”, ao final de cada aula, que incentivam o estudante a concluir aulas e módulos e passar de nível.
Rede IsF – O MEC Idiomas se integrará ao ecossistema da Rede Andifes – Idiomas sem Fronteiras (Rede IsF), uma política de ensino multilíngue já consolidada. A parceria permite à Rede IsF fortalecer a divulgação do ensino de línguas de forma gratuita e em rede nacional, envolvendo desde o acesso ao portal para a população brasileira, cursos específicos para a comunidade acadêmica e a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de um a três meses, acontece duas vezes ao ano. O objetivo da parceria é fortalecer o acesso a línguas estrangeiras, melhorar os índices de proficiência e estimular as produções científicas. Será disponibilizado R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.
As ações da Rede IsF têm como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das instituições de ensino superior. Também contemplam a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da educação básica.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
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