NACIONAL

Regulação e supervisão do MEC não se aplicam a cursos livres

Publicados

em

Quem já procurou curso na internet provavelmente se deparou com algumas divulgações que usam em suas publicidades termos como “autorizado” ou “reconhecido” pelo Ministério da Educação (MEC). No entanto, há categorias de cursos que não precisam de autorização do ministério, como os livres.   

Isso acontece porque os cursos livres pertencem à categoria de educação não formal, amparados pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e pelo Decreto nº 5.154/2004. O MEC regula a educação formal — ensinos fundamental, médio e técnico, graduação e pós-graduação lato sensu, além de cursos sequenciais e formações superiores de curta duração, que podem ser de complementação ou de formação específica.   

Cursos que obrigatoriamente precisam da autorização do MEC devem preencher uma série de requisitos estabelecidos pelo órgão. Também há critérios para os estudantes, como conclusão do ensino médio. 

Já os cursos livres são ofertados por pessoas físicas ou jurídicas de qualquer natureza, com finalidades e temáticas diversas e que não exigem formação anterior do aluno para a matrícula. São cursos rápidos, direcionados à qualificação profissional e que não concedem diplomas. Desse modo, não são aceitos como título de pós-graduação lato sensu e nem habilitam para o exercício profissional. 

Leia Também:  Ministério do Turismo dá largada à expansão do PRT em Ação no Sudeste com mobilização histórica de municípios paulistas

Esses cursos não estão submetidos a qualquer tipo de atividade regulatória de competência dos sistemas de ensino federal, estadual ou municipal, portanto, não podem conceder qualquer tipo de diploma, mas sim certificados. 

Os certificados conferidos nos cursos livres não garantem a inserção em atividades profissionais, especialmente no caso de profissões regulamentadas que exigem formação em cursos técnicos ou superiores. 

A divulgação de cursos dessa categoria que se apresentam como autorizados ou reconhecidos pelo MEC configura propaganda enganosa, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC). Reclamações ou denúncias devem ser encaminhadas aos serviços de proteção ao consumidor, às polícias ou ao Poder Judiciário. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) 

Fonte: Ministério da Educação

Propaganda

NACIONAL

Mulheres Mil: Alagoas terá cerca de 417 vagas de qualificação profissional

Publicados

em

Com início previsto para setembro de 2026, o programa Mulheres Mil oferta cerca de 417 vagas gratuitas em cursos de qualificação profissional no estado de Alagoas. As oportunidades são voltadas à educação profissional e tecnológica (EPT) e visam promover a inclusão produtiva e a autonomia das mulheres na região. 

No estado, as vagas estão distribuídas em cursos de formação inicial e continuada (FIC), na modalidade presencial, ofertados pelo Instituto Federal de Alagoas (IFAL): 

  • Agente De Alimentação Escolar (carga horária de 200 horas): ofertado em Coruripe (31 vagas), Palmeira dos Índios (27 vagas), Penedo (31 vagas) e Santana do Ipanema (27 vagas). 
  • Agricultor Orgânico (carga horária de 200 horas): ofertado em Santana do Ipanema (28 vagas). 
  • Camareira Em Meios De Hospedagem (carga horária de 240 horas): ofertado em Maragogi (30 vagas), Marechal Deodoro (31 vagas), Penedo (31 vagas) e Piranhas (31 vagas). 
  • Copeiro (carga horária de 200 horas): ofertado em Coruripe (31 vagas), Marechal Deodoro (31 vagas) e Piranhas (31 vagas). 
  • Cuidador De Idoso (carga horária de 200 horas): ofertado em Palmeira dos Índios (27 vagas). 
  • Monitor de Atividades De Lazer (carga horária de 200 horas): ofertado em Maragogi (30 vagas). 
Leia Também:  Ministério do Turismo dá largada à expansão do PRT em Ação no Sudeste com mobilização histórica de municípios paulistas

Como se inscrever – Para conferir o detalhamento das oportunidades, os requisitos de participação e o processo seletivo, as candidatas devem acessar o Painel de Oportunidades do Pronatec e selecionar o filtro “Mulheres Mil”. Em seguida, precisam escolher o estado e o mês “Setembro”. As inscrições e a consulta aos editais de ingresso também podem ser realizadas diretamente junto às instituições de ensino ou em seus respectivos canais oficiais. 

Mulheres Mil – O programa Mulheres Mil atende mulheres maiores de 16 anos em situação de vulnerabilidade social, vítimas de violência, com baixa ou nenhuma escolaridade e é fomentado pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA