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Prêmio Nacional do Turismo: conheça os três finalistas da categoria Governo – Técnicos

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Está aberta a votação popular nos “Profissionais de Destaque” da edição deste ano do Prêmio Nacional do Turismo, que valoriza ações inovadoras, sustentáveis e inspiradoras em todo o Brasil. As indicações do público podem ser feitas até a próxima segunda-feira (1º/12), por meio do site do Ministério do Turismo. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 3 de dezembro de 2025, no espaço Millennium Convention Center, às 18h.

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Conheça um pouco do perfil dos selecionados que estão concorrendo na categoria “Governo – Técnicos”.

Bruno Dantas Muniz de Brito – É Ph.D. em Geografia e Turismo pela UFC, Mestre em Desenvolvimento Regional pela UEPB/UFCG, Especialista em Docência do Ensino Superior pela UCAM-RJ e Turismólogo pela UFPB, tendo cursado ainda Ciências Econômicas e Administração de Empresas. Desempenha a função de Diretor do Departamento de Turismo do Governo do Estado de Roraima na Secretaria de Estado da Cultura e do Turismo desde 2019. É idealizador das ROTAS AMAZÔNICAS INTEGRADAS – RAI tendo atuado como Coordenador Geral entre 2021 e 2023.  É Professor Associado XIV da Universidade Estadual de Roraima – UERR/Campus Boa Vista. Foi Coordenador do Curso de Turismo da UERR (Nota 4 ENADE) entre 2013 a 2016 e em 2018. Vencedor do Prêmio Mérito e Talento 2024 da ABBTUR na categoria Gestão Pública Estadual do Turismo. É Consultor Sênior nas áreas de Desenvolvimento Regional, Planejamento, Inovação e Gestão Pública, Política de Destinos Turísticos, Marketing Turístico e Monitoramento de Impactos no Turismo.

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Danielle Cardoso de Moura – Turismóloga e pesquisadora, Especialista em Gestão Estratégica de Recursos Humanos, Mestre em Turismo e Hotelaria e Doutora em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional. Experiência de 28 anos na gestão pública, sendo 14 anos dedicados ao Turismo na esfera estadual e federal. Atualmente, é servidora efetiva na Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, responsável pela Unidade Setorial de Controle Interno e pela gerência do Observatório do Turismo de Mato Grosso do Sul, em que coordena a Alumia – Plataforma de Inteligência Turística de Mato Grosso do Sul na FundturMS.  Além disso, é uma grande entusiasta da gestão data driven.

Edson Moroni – Com mais de dez anos de experiência no setor, Edson Moroni dedica sua trajetória ao fortalecimento do ecoturismo e à valorização da biodiversidade sul-mato-grossense. Biólogo e pós-graduado em Governança e Inovação no Turismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), atua desde 2023 como Gerente de Estruturação e Inovação da Oferta Turística da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS), liderando políticas e projetos voltados à diversificação e qualificação da oferta turística do estado. Sua gestão tem sido marcada pela consolidação de programas voltados ao turismo de observação de aves, turismo de base comunitária, afroturismo, trilhas de longo curso, turismo acessível e inclusivo, além de ações de proteção a crianças e adolescentes no turismo, promovendo um setor mais seguro, ético e responsável.

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SOBRE O PRÊMIO – Considerado o “Oscar” do turismo brasileiro, o Prêmio Nacional do Turismo reconhece o trabalho, a criatividade e a dedicação de profissionais e iniciativas que impulsionam o setor em todo o país. Fruto de uma parceria entre o Ministério do Turismo e o Conselho Nacional de Turismo (CNT), a premiação ajuda a consolidar o segmento como um vetor de desenvolvimento econômico, social, cultural e ambiental no país.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Nova CNH gera economia de R$ 9,6 bilhões para motoristas em oito meses

Mudanças nas regras reduziram custos e tempo para obtenção e renovação da carteira; medidas incluem digitalização, cursos gratuitos e renovação automática para bons condutores

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As mudanças recentes nas regras para obtenção e renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já proporcionaram uma economia estimada de R$ 9,6 bilhões aos motoristas brasileiros em apenas oito meses. Os dados foram divulgados pelo Ministério dos Transportes nesta quinta-feira (10).

Segundo a pasta, o custo médio para obtenção da habilitação na categoria AB, que permite dirigir carros e motocicletas, passou a ser de aproximadamente R$ 1.256, uma redução de cerca de 50%. Além da economia financeira, o tempo médio necessário para conseguir a carteira também diminuiu 30%.

As novas regras foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) no fim de 2025 e alteraram de forma significativa o modelo tradicional de formação de condutores. Entre as mudanças está o fim da obrigatoriedade de realização de aulas exclusivamente em autoescolas.

Com a alteração, os candidatos podem realizar a preparação teórica por meio de cursos digitais gratuitos e fazer as aulas práticas com instrutores autônomos credenciados. De acordo com o Ministério dos Transportes, houve aumento de 12% na realização dos cursos teóricos após a implementação das novas regras.

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Outra mudança foi a redução da carga mínima de aulas práticas. O número, que anteriormente era de 25 horas, caiu para apenas duas horas. Também houve revisão de exigências consideradas burocráticas. Apesar das alterações, continuam obrigatórios os exames médicos, as provas teórica e prática e o registro biométrico dos candidatos.

O novo modelo também trouxe mudanças para a renovação da habilitação. Motoristas considerados bons condutores, sem infrações recentes e cadastrados no Registro Nacional Positivo de Condutores, passaram a ter direito à renovação automática e gratuita em determinadas condições.

Segundo o Ministério dos Transportes, foram realizadas 1,7 milhão de renovações automáticas, resultando em uma economia de aproximadamente R$ 1,44 bilhão para os condutores.

A procura pela habilitação também cresceu. Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 7,3 milhões de requerimentos, alta de 216% em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 2,3 milhões. Para o governo, o aumento está relacionado à redução dos custos e à maior facilidade para emissão da CNH.

O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou que o conjunto de medidas reduziu de maneira significativa o custo para obter a primeira habilitação, que historicamente representa uma barreira de acesso, principalmente para a população de menor renda.

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As mudanças, porém, também provocaram críticas de entidades ligadas ao setor de autoescolas. As organizações apontam possíveis riscos à qualidade da formação dos novos motoristas e defendem a manutenção de exigências mínimas mais rigorosas.

O governo, por outro lado, argumenta que a padronização dos exames e a manutenção das provas obrigatórias garantem a segurança necessária durante o processo de habilitação.

Nos primeiros meses de implementação, apenas 13,2% dos novos habilitados realizaram as aulas práticas com instrutores autônomos. O Ministério dos Transportes informou ainda que houve redução de 77% nos registros de infrações entre novos condutores.

As medidas fazem parte de uma estratégia de modernização e redução da burocracia no processo de habilitação, com foco na diminuição dos custos para os motoristas e na ampliação do acesso à CNH.

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