NACIONAL

Bodódromo e vinícolas revelam os sabores de Petrolina (PE) em novo episódio da websérie do MTur

Às margens do Rio São Francisco, Petrolina (PE) transforma a gastronomia regional e a produção de vinhos em atrativos imperdíveis para quem visita a cidade durante o São João. Com a estimativa de ter recebido mais de 1 milhão de visitantes ao longo de sua programação e de ter gerado um impacto econômico de R$ 325 milhões, o município é o cenário do quarto episódio da websérie “Destino: Festas Juninas”, produzida pelo Ministério do Turismo (MTur).

Batizado de “O Sabor da Festa”, o capítulo propõe um passeio pelo famoso Bodódromo, pelas vinícolas do Vale do São Francisco e pelas inovações culinárias que fazem de Petrolina um dos principais polos do turismo gastronômico no período junino.

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a cidade pernambucana é um exemplo de como diferentes expressões culturais fortalecem um destino. “Petrolina oferece ao visitante uma experiência que vai muito além dos shows. Aqui temos gastronomia, cultura popular e tradição às margens do Velho Chico, provando que o turismo se faz com a verdadeira identidade de um destino”, destaca.

Sabores que atraem (e surpreendem)

Quem pula o São João em Petrolina dificilmente deixa a cidade sem passar pelo Bodódromo. O complexo gastronômico – famoso por reunir restaurantes especializados em carne de bode e carneiro – torna-se parada obrigatória para os turistas. Segundo Leonardo Alves da Silva, gerente de um dos estabelecimentos mais tradicionais do local, o fluxo dispara nessa época. “A cidade fica lotada. O pessoal vem para almoçar ou jantar e, depois, segue para a festa. A gente reforça a equipe e se prepara porque sabe que o turista procura essa experiência autêntica”, afirma.

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E a culinária sertaneja também abre espaço para a criatividade. Entre os atrativos mais curiosos revelados no episódio está o inusitado sorvete de caramelo de bode. Idealizador da sobremesa, José Veras conta que a ideia surgiu durante uma viagem em busca de novos ingredientes e acabou virando uma marca registrada da cidade. “O nosso carro-chefe, que é a cara de Petrolina e do sertão, é o sorvete de caramelo de bode. Nós o fazemos com a própria carne do bode, caramelizada”, explica.

O roteiro do paladar passa, ainda, pelas premiadas vinícolas do Vale do São Francisco. Lá, os visitantes acompanham de perto o processo de produção e degustam rótulos elaborados no coração do semiárido. Para Ricardo Henriques, profissional do setor, o enoturismo tem se consolidado como um pilar de atração do destino. “O turismo na região tem crescido e se estabelecido de forma muito forte. As pessoas vêm de fora para curtir o São João, mas aproveitam para visitar a cidade e vivenciar esse turismo de experiência”, relata.

Durante o ciclo junino, Petrolina acolheu viajantes de mais de 150 cidades brasileiras. A rede hoteleira operou com lotação máxima nos dias de pico, enquanto o comércio, os restaurantes e o setor de serviços colheram os frutos do aumento expressivo da demanda impulsionada pela grande festa popular.

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Sobre o projeto “Destino: Festas Juninas”

Lançada pelo Ministério do Turismo, a iniciativa multiplataforma dá visibilidade aos bastidores de cinco dos maiores polos festivos do Nordeste: Campina Grande (PB), Caruaru (PE), Mossoró (RN), Maracanaú (CE) e Petrolina (PE). 

Por meio de 10 episódios de uma websérie para as redes sociais e uma série de rádio, o projeto joga luz sobre as pessoas que fazem a festa acontecer. A narrativa mostra como a preservação de uma das mais importantes manifestações culturais do país atua como engrenagem fundamental para impulsionar o turismo, movimentar a economia e gerar oportunidades para a população local.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

 

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

MEC lança Guia de Recursos Educacionais Digitais

O Ministério da Educação (MEC) lançou o Guia para Seleção e Adoção de Recursos Educacionais Digitais (REDs), publicação voltada a apoiar estados e municípios na escolha e implementação de plataformas, aplicativos e outras soluções digitais utilizadas na educação básica. O material foi apresentado em webinário no dia 25 de junho, durante transmissão no canal do MEC no YouTube. 

O guia é destinado a gestores estaduais e municipais de educação, equipes técnicas das secretarias, profissionais das áreas pedagógica e de tecnologia, gestores escolares, professores, além de parceiros institucionais e representantes da sociedade civil. 

Elaborado pela Secretaria de Educação Básica (SEB), em cooperação com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb), o Instituto Alana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o guia oferece orientações para que gestores e equipes técnicas conduzam processos de seleção e adoção de recursos digitais de forma estruturada, pedagogicamente fundamentada e alinhada às normas de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. 

Na abertura, a diretora de Apoio à Gestão Educacional da SEB, Anita Stefani, explicou que o lançamento do guia faz parte de um dos eixos que compõem a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). “A gente está falando de recursos educacionais digitais de qualidade que podem apoiar os processos pedagógicos e de gestão nas redes de ensino. O MEC, com o apoio do Centro de Inovação para Educação Brasileira, o Instituto Alana e a Unesco, preparou um guia para apoiar as redes. O documento é composto por orientações práticas para as redes planejarem, selecionarem, eventualmente contratarem, implementarem e monitorarem os recursos de uma forma estruturada e alinhada às necessidades de cada território”, informou. 

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O documento também reforça a importância de observar aspectos relacionados à privacidade, à proteção de dados, à adequação etária e ao cumprimento dos princípios de proteção integral previstos na legislação brasileira, incluindo as diretrizes do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital). 

Programação O encontro apresentou a jornada proposta pelo guia para apoiar os processos de planejamento, implementação e monitoramento dos recursos adotados pelas redes de ensino. Outro destaque foi o referencial de seleção e avaliação dos REDs, instrumento que auxilia gestores na análise da consistência pedagógica, das condições de implementação, da segurança e da privacidade das soluções digitais. 

A programação apresentou, ainda, as principais etapas da jornada de seleção e adoção dos recursos educacionais digitais. Entre os temas abordados estiveram: desafios enfrentados pelas redes na adoção de tecnologias educacionais; marcos normativos que orientam a educação digital e midiática; diferentes formas de contratação e implementação dos recursos; equipes envolvidas no processo de seleção; os critérios para avaliação pedagógica, técnica e de proteção de dados; as orientações para monitoramento e acompanhamento dos recursos adotados. 

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Participaram do evento a coordenadora-geral de Educação Digital, Inovação e Conectividade do MEC, Ana Dal Fabbro; a pesquisadora e consultora da Unesco Flora Ariza; o colíder do eixo digital e especialista em educação digital no Instituto Alana, Rodrigo Nejm; a diretora-executiva do Cieb, Julia Sant’Anna; e a coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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