NACIONAL

Parintins (AM): cultura, verão e identidade amazônica às margens do Rio Amazonas

Durante o verão amazônico, que começa no mês de julho, quando as águas do Rio Amazonas baixam e apresentam praias fluviais que transformam a paisagem da região, Parintins se destaca como um dos destinos culturais mais marcantes do Brasil. Localizada às margens do grandioso Rio Amazonas, no coração da Amazônia, a cidade combina natureza, tradição e identidade em uma experiência única para moradores e visitantes.

Reconhecida internacionalmente pelo Festival Folclórico, Parintins foi fundada oficialmente em 1796 e tem origem ligada aos povos indígenas que habitavam a região, especialmente os tupinambás. Ao longo do tempo, consolidou-se como um importante polo cultural do Amazonas, onde tradição e contemporaneidade caminham juntas.

O nome Parintins remete a um povo indígena que habitava a ilha antes da colonização. Essa herança ancestral permanece viva na estética, nos rituais, nas narrativas e na relação simbólica que a população mantém com a floresta e as águas.

De julho a novembro, seu período de verão, Parintins revela praias fluviais que encantam moradores e visitantes. A Praia do Uaicurapá é uma das mais conhecidas, oferecendo banhos refrescantes, paisagens amplas e momentos de convivência em contato direto com a natureza.

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Também é pelo Rio Amazonas que chegam turistas, mercadorias, histórias e influências culturais. O rio molda o cotidiano da cidade, define o tempo das cheias e das vazantes e transforma-se, no verão amazônico, em espaço de lazer, encontro e celebração.

FESTIVAL DE PARINTINS: A AMAZÔNIA EM CENA — O maior símbolo cultural da cidade é o Festival Folclórico de Parintins, realizado anualmente no Bumbódromo, tradicionalmente no último final de semana do mês de junho. O duelo entre os bois Garantido e Caprichoso transforma mitos, lendas e saberes amazônicos em um espetáculo grandioso de música, dança e artes visuais.

O festival é uma afirmação cultural. Elementos indígenas, ribeirinhos e caboclos ganham protagonismo, reforçando a Amazônia como centro de criação artística.

ANCESTRALIDADE E RESISTÊNCIA CULTURAL — A força cultural de Parintins está diretamente ligada às raízes indígenas e populares. Os rituais, grafismos, narrativas orais e personagens do festival dialogam com cosmologias ancestrais e reafirmam a importância dos povos originários na construção da identidade amazônica.

Essa ancestralidade também se manifesta no artesanato, na música regional e nas festas religiosas e populares que ocupam ruas, comunidades e beiras de rio ao longo do ano.

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SABORES DE PARINTINS: TRADIÇÃO NO PRATO — A culinária parintinense é um reflexo direto da vida ribeirinha. Peixes como tambaqui, tucunaré e pirarucu são preparados assados, fritos ou em caldeiradas. O açaí, consumido de forma tradicional, acompanha refeições salgadas, ao lado de farinha regional, banana e macaxeira.

UM CONVITE PARA VIVER A AMAZÔNIA EM SUA FORMA MAIS AUTÊNTICA — Parintins é uma experiência cultural e afetiva. Entre o vermelho e o azul dos bois, o brilho do rio e a força da ancestralidade, o visitante descobre uma Amazônia que canta, dança e se reinventa em sintonia com suas raízes.

Às margens do Rio Amazonas, Parintins convida o mundo a conhecer a floresta a partir de sua gente, de sua arte e de sua memória: uma Amazônia que pulsa cultura o ano inteiro e transforma tradição em futuro.

Por Fernando Assunção
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Aberta adesão à Comunidade Nacional da Primeira Infância

O Ministério da Educação (MEC) iniciou o processo de formação da Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância. Os municípios, estados e o Distrito Federal podem assinar o termo de adesão até 31 de julho. Já o prazo para indicar os representantes vai até 15 de agosto. A iniciativa é coordenada pela Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), com a finalidade de fortalecer a implementação da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) em todo o país. 

Instituída pela Portaria nº 540/2026, a comunidade é composta por gestores públicos indicados pelos entes federados e prioriza profissionais que atuam na liderança e coordenação estratégica das políticas públicas destinadas a bebês e crianças de até seis anos de idade. A participação permite aos entes federados integrarem uma rede de cooperação federativa voltada ao desenvolvimento de capacidades institucionais, à troca de experiências e ao aprimoramento das iniciativas. 

Entre os objetivos, a rede nacional de gestores visa fortalecer as capacidades institucionais dos entes federados para planejar, executar, monitorar e avaliar políticas públicas voltadas à primeira infância. A proposta também prevê a difusão de informações, ferramentas e conhecimentos técnicos que apoiem a gestão integrada e o aprimoramento contínuo das ações destinadas à primeira infância. 

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Outra finalidade é estimular a cooperação entre os entes, promovendo uma governança mais articulada e intersetorial. A iniciativa ainda contribui para a formação de lideranças e o desenvolvimento das capacidades técnicas dos gestores. 

Eixos – A Comunidade está estruturada em dois eixos principais. O primeiro consiste na “Pactuação e Articulação Federativa”, que prevê a realização de oficinas, encontros técnicos e seminários para o estudo, a análise e a discussão de iniciativas, projetos e programas voltados à primeira infância, além de incentivar a cooperação entre os entes federativos para o aprimoramento contínuo das políticas públicas. 

Já o eixo de “Desenvolvimento de Capacidades Institucionais” contempla a criação de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação, bem como a oferta de ações formativas e estratégias voltadas ao fortalecimento das capacidades individuais e coletivas de gestão pública para a primeira infância. 

Orientações para adesão: 

Municípios: 

  1. Prefeitos(as) devem acessar o Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec) e assinar o Termo de Adesão. 
  2. No Simec, indicar os representantes titulares e suplentes do município, observando os quantitativos fixados na portaria: 
  • municípios com população de até 20 mil habitantes: indicar um gestor titular e respectivo suplente;   
  • municípios com população superior a 20 mil e até 100 mil habitantes: indicar até dois gestores titulares e respectivos suplentes;   
  • municípios com população superior a 100 mil habitantes: indicar até três gestores titulares e respectivos suplentes. 
  1. Finalizar o cadastro no Simec clicando em “Enviar para análise do MEC”. 
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Estados e Distrito Federal: 

  1. Assinar o Termo de Adesão enviado por e-mail para os gabinetes dos governadores. 
  2. Reunir informações solicitadas via e-mail para o cadastro de dois representantes do estado na Comunidade e seus respectivos suplentes. 
  3. Enviar o Termo de Adesão assinado e as informações dos representantes para o e-mail [email protected]

Em caso de dúvidas, o MEC disponibiliza o seguinte e-mail: [email protected]

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SNPPI 

Fonte: Ministério da Educação

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