POLÍTICA MT

Virginia Mendes manifesta revolta com morte da bebê Helena e cobra punição rigorosa aos responsáveis

A ex-primeira-dama de MT e pré-candidata a deputada federal, Virginia Mendes manifestou sua revolta sobre morte da bebê Helena, em Fortaleza, por meio de uma publicação em suas plataformas digitais, nesta quarta-feira (15). Ao comentar o caso, que chocou o país, ela classificou o crime como uma das mais graves expressões de violência contra crianças e defendeu que os responsáveis sejam identificados e punidos com o máximo rigor da lei.

“Falo como mãe. É impossível não sentir revolta diante de um caso tão cruel. Uma bebê tão pequena, que deveria conhecer apenas amor, cuidado e proteção. Uma vida que mal começou e já foi brutalmente interrompida por um crime que desafia qualquer limite de compreensão humana”, escreveu.

Virginia também lamentou o sofrimento da mãe da criança, que inicialmente acreditou que a filha estivesse engasgada e saiu em busca de socorro, sem imaginar o que havia acontecido dentro da própria casa.

“Que desespero deve ter sido descobrir a verdade”, afirmou.

Ao comentar o caso, Virginia voltou a defender o endurecimento da legislação para crimes hediondos praticados contra crianças e mulheres. Segundo ela, a gravidade desses delitos exige uma resposta firme do Estado e da Justiça.

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“Nenhuma criança pode ser vítima de violência. Nenhuma. E, enquanto houver um único caso como esse, eu não vou me calar. É por isso que defendo, com todas as minhas forças, a prisão perpétua para crimes hediondos contra crianças e mulheres”, declarou.

Ela também cobrou rapidez na apuração e no julgamento do caso.

“Que a Justiça seja célere e exemplar. Que esses criminosos nunca mais vejam a luz da liberdade. E que a memória dessa bebê seja um grito que ecoe em todo o Brasil, exigindo leis mais duras e proteção de verdade para os nossos pequenos.”

Confira a publicação aqui 

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POLÍTICA MT

Justiça manda irmão de Emanuel apagar vídeo com mentiras contra Mauro

“Popó” Pinheiro fez acusações falsas de corrupção contra pré-candidato

A Justiça Eleitoral mandou o blogueiro Marco Polo Pinheiro, o “Popó”, apagar um vídeo no qual fazia acusações falsas de corrupção contra o ex-governador e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes. A exclusão do material deve ser feita em até 24 horas, sob pena de multa diária de um salário mínimo.

A decisão é do juiz auxiliar da Propaganda, Flávio Fraga e Silva. Popó Pinheiro é irmão do ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), e também ficou proibido de publicar novos conteúdos similares contendo mentiras contra Mauro.

De acordo com a ação, movida pelo advogado Rodrigo Cyrineu, representando a Federação União Progressista, o vídeo foi publicado nas redes sociais do “Blog do Popó”.

No conteúdo, o blogueiro tenta atrelar Mauro a escândalos envolvendo o Banco Master e a operadora Oi, afirmando ainda que parentes do político teriam se beneficiado financeiramente. Essas acusações, porém, já foram totalmente desmentidas pelos órgãos de controle e pelo Poder Judiciário.

Para o juiz Flávio Fraga, a postagem extrapolou os limites da liberdade de expressão e infringiu a lei eleitoral.

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“Ultrapassa a esfera do direito de livremente se expressar, constituindo-se em inegável violação às regras da propaganda eleitoral, ora porque ataca a honra e imagem de um pré-candidato e de parentes seus, movimento que se equivale a pedido de ‘não voto, ora porque atribui a esse mesmo pré-candidato a prática de ilícitos, sempre ligados ao cerne da indesejada corrupção na esfera de governo”, relatou.

Desta forma, além de determinar a exclusão do vídeo, o magistrado proibiu Popó de publicar novos conteúdos semelhantes contra Mauro, “sob pena de novas repreensões a serem arbitradas dentro do contexto em que eventualmente se fizerem”.

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