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MME divulga resultados do Leilão para Suprimento aos Sistemas Isolados

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O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciaram, nesta sexta-feira (26/09), os resultados do Leilão nº 1/2025 para Suprimento aos Sistemas Isolados (SISOL). O certame movimentará cerca de R$ 312 milhões em investimentos e beneficiará mais de 30 mil pessoas em localidades remotas do Pará e do Amazonas. A iniciativa integra o Programa Energias da Amazônia, lançado pelo ministro Alexandre Silveira em Parintins, em 2023.

O leilão se destacou pela inovação e pela competitividade, ao trazer soluções de suprimento que combinam sustentabilidade com a inserção de fontes renováveis e armazenamento em baterias, garantindo mais qualidade no fornecimento de energia para comunidades não conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Entre os destaques está a contratação do primeiro projeto híbrido do setor associado a baterias (BESS). Em Jacareacanga (PA), serão instalados 30 megawatts (MW) de armazenamento em baterias e 18 MW de geração solar — solução equivalente à maior bateria já existente no Brasil, localizada em Registro (SP).

Segundo o secretário nacional de Transição Energética, Gustavo Ataide, os resultados reforçam o avanço tecnológico e a competitividade do setor. “Os lotes leiloados, embora pequenos, trouxeram resultados muito relevantes. Contratamos uma solução inovadora com baterias que será a maior do Brasil. Além disso, alcançamos um deságio de quase 50%, o que garante economia para os consumidores e demonstra a força competitiva do setor”, destacou.

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Os projetos vencedores superaram o percentual mínimo exigido de 22% de energia renovável, alcançando média de 50% de renovabilidade. A atratividade também ficou evidente nos resultados: deságio de 22% no Lote 1 e de 47% no Lote 2 em relação aos preços iniciais, assegurando tarifas mais vantajosas ao consumidor.

A diretora de Transição Energética do MME, Karina Sousa, ressaltou que a combinação de diesel, solar e baterias representa uma inovação para as localidades atendidas, proporcionando mais confiabilidade e qualidade no suprimento. “Mesmo com lotes pequenos no Pará e no Amazonas, a prioridade é garantir segurança energética com inovação e sustentabilidade, em parceria com a ANEEL e demais instituições competentes”, disse.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

MEC solicita atuação da PF e da AGU em função das ameaças às universidades federais

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O Ministério da Educação (MEC) solicitou que a Polícia Federal (PF) investigue as ameaças que estão sendo direcionadas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas nos últimos dias. A Advocacia-Geral da União (AGU) também foi acionada para que atue com a adoção das medidas jurídicas cabíveis.

Nos ofícios enviados às duas instituições o MEC pede providências aos órgãos competentes diante da gravidade das ameaças de violência e de destruição patrimonial, além da utilização de símbolos nazistas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas ao MEC, especialmente, nesta semana.

Os casos de ameaças foram registrados nos campi da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Universidade Federal de Jataí (UFJ), da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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Nos documentos enviados, o MEC ressalta que a atuação da PF e da AGU são urgentes “para apurar a autoria, a materialidade e as circunstâncias das ameaças e dos atos de violência direcionados às universidades federais.”

“O contexto sensível do período eleitoral amplia a gravidade desses atos, tornando imperativa a salvaguarda da integridade física da comunidade acadêmica e do patrimônio público. Essas ameaças e violências buscam intimidar o debate democrático, perturbar a ordem pública e comprometer o livre exercício das funções constitucionais das instituições de ensino superior”, diz trecho dos ofícios encaminhados.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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