NACIONAL

MME participa de intercâmbio internacional sobre cadeia de valor do lítio

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nos dias 30 e 31 de março, da terceira rodada técnica internacional promovida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), realizada na província de Salta, na Argentina. A iniciativa integra o 2º Plano de Ação Bienal do Foro Permanente de Diálogo Técnico sobre inovação, desenvolvimento tecnológico e agregação de valor ao lítio, que reúne países do chamado “Triângulo do Lítio”, sendo eles, principalmente, Argentina, Bolívia e Chile, além de Brasil e México.

O encontro teve como objetivo promover o intercâmbio de experiências, conhecimentos e boas práticas relacionadas à cadeia produtiva do lítio, com ênfase em inovação tecnológica, sustentabilidade e agregação de valor. A programação incluiu atividades técnicas e visitas a projetos industriais estratégicos na região.

Dentre as atividades e visitas técnicas, a delegação internacional visitou a planta industrial das empresas Posco Argentina e as instalações da Eramine Sudamérica S.A., onde foram apresentadas iniciativas voltadas à incorporação de tecnologias avançadas e estratégias para o aumento da eficiência produtiva e redução de impactos ambientais no setor.

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A iniciativa está alinhada aos três eixos do Plano de Ação Bienal do Foro: vigilância tecnológica, intercâmbio de experiências e desenvolvimento de capacidades. As atividades também buscam fortalecer a cooperação regional e fomentar a integração entre os países participantes, com vistas ao desenvolvimento sustentável da cadeia de valor do lítio.

Segundo o coordenador-geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética no Setor Mineral do MME, Gustavo Masili, a participação brasileira reforça a importância estratégica do lítio para o país e para a região. “O lítio é um vetor de soberania para o Brasil e para a América Latina. Em um cenário de transição energética, precisamos avançar na construção de capacidades tecnológicas e industriais que nos permitam agregar valor aos nossos recursos naturais”, destacou.

O representante do MME também enfatizou a relevância da cooperação regional para ampliar a inserção internacional dos países latino-americanos na mineração global. “A região reúne vantagens únicas, mas é por meio do trabalho conjunto que conseguiremos transformá-las em protagonismo nas cadeias globais de suprimento. Iniciativas como esta, no âmbito da CEPAL, são fundamentais para fortalecer a integração, compartilhar conhecimento e construir soluções comuns”, afirmou Masili.

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A participação brasileira reforça o compromisso do MME com o avanço tecnológico e a inserção do país nas discussões e cadeias globais de minerais essenciais para a transição energética. Além disso, o intercâmbio contribui para a formulação de políticas públicas voltadas à inovação, à agregação de valor e à competitividade do setor mineral brasileiro.

O evento contou com o apoio do projeto “Minerais para uma transição justa na América Latina e no Caribe (MinJust)”, financiado pela União Europeia e pelo governo da Alemanha, e implementado pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

MEC solicita atuação da PF e da AGU em função das ameaças às universidades federais

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O Ministério da Educação (MEC) solicitou que a Polícia Federal (PF) investigue as ameaças que estão sendo direcionadas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas nos últimos dias. A Advocacia-Geral da União (AGU) também foi acionada para que atue com a adoção das medidas jurídicas cabíveis.

Nos ofícios enviados às duas instituições o MEC pede providências aos órgãos competentes diante da gravidade das ameaças de violência e de destruição patrimonial, além da utilização de símbolos nazistas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas ao MEC, especialmente, nesta semana.

Os casos de ameaças foram registrados nos campi da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Universidade Federal de Jataí (UFJ), da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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Nos documentos enviados, o MEC ressalta que a atuação da PF e da AGU são urgentes “para apurar a autoria, a materialidade e as circunstâncias das ameaças e dos atos de violência direcionados às universidades federais.”

“O contexto sensível do período eleitoral amplia a gravidade desses atos, tornando imperativa a salvaguarda da integridade física da comunidade acadêmica e do patrimônio público. Essas ameaças e violências buscam intimidar o debate democrático, perturbar a ordem pública e comprometer o livre exercício das funções constitucionais das instituições de ensino superior”, diz trecho dos ofícios encaminhados.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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