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MEC promove formação para coordenadores do programa Mulheres Mil

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O Ministério da Educação (MEC) está promovendo, de 25 a 27 de março, em Brasília (DF), encontro de Formação de Coordenadores do Mulheres Mil. O evento conta com a participação de cerca de 100 representantes das redes federal e estaduais ofertantes dos cursos do programa em todo o país.  

O objetivo do encontro é capacitar os coordenadores para elaborar as propostas de execução dos ciclos da oferta de 2026, adequadas às metodologias do programa Mulheres Mil, e prepará-los para atuarem como replicadores da metodologia, levando o conhecimento para outras pessoas ou equipes.   

Mulheres Mil – O Mulheres Mil é um programa do MEC que visa garantir o direito à educação profissional e tecnológica (EPT) para mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica que tiveram negado o acesso à escola, ao conhecimento e à tecnologia ao longo de suas vidas. Utilizando uma metodologia de ensino diferenciada, o a iniciativa alia educação, cidadania e desenvolvimento sustentável.  

De 2023 a 2025, o Mulheres Mil já investiu, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), R$ 216,1 milhões do MEC e ofertou mais de 127 mil vagas em mais de 520 municípios brasileiros. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)   

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Alexandre Pires é alvo da PF em nova fase da Operação Disco de Ouro

Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e irregularidades na comercialização e exportação de cassiterita ligada ao garimpo ilegal na Terra Yanomami

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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (23) a segunda fase da Operação Disco de Ouro, que tem o cantor Alexandre Pires entre os alvos de mandados de busca e apreensão. A investigação apura a atuação de uma organização suspeita de envolvimento em lavagem de capitais, falsidade ideológica e outros crimes relacionados à comercialização e exportação de minério. Segundo a PF, o grupo teria movimentado e ocultado mais de US$ 48 milhões por meio de empresas brasileiras e estrangeiras, operações financeiras internacionais, contas de terceiros e mecanismos informais de transferência de valores.

Nesta segunda etapa, foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de sequestro de bens e valores pela Justiça Federal. A investigação também apura o uso de documentos com informações falsas para conferir aparência de regularidade a operações relacionadas à cadeia de comercialização e exportação de minério.  

Alexandre Pires e o empresário Matheus Possebon já haviam sido alvos da primeira fase da operação, realizada em dezembro de 2023. Na ocasião, policiais federais fizeram buscas no navio em que o cantor estava, no litoral de São Paulo, enquanto Possebon foi preso durante a ação. A investigação apontava suspeitas relacionadas à comercialização de cassiterita extraída ilegalmente da Terra Indígena Yanomami, em Roraima.  

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Segundo as apurações divulgadas pela PF, o minério teria sido declarado como se tivesse origem em uma área regular de garimpo em Itaituba, no Pará. A investigação aponta que essa origem constaria apenas em documentos utilizados para conferir aparência legal ao material.

Alexandre Pires passou a ser investigado após a identificação de movimentações financeiras relacionadas a uma mineradora. Na primeira fase, a PF apontou o recebimento de cerca de R$ 1 milhão relacionado à empresa. Com o avanço das investigações, também foram identificadas outras movimentações financeiras que passaram a ser analisadas pelos investigadores.  

A defesa do cantor nega qualquer envolvimento com atividades ilegais e afirma que a relação profissional mantida com Matheus Possebon se limitava à intermediação da venda de shows. Segundo os advogados, não havia outra relação jurídica ou comercial entre os dois além daquela ligada à atividade artística de Alexandre Pires. A defesa também declarou que o cantor confia no esclarecimento dos fatos durante a investigação.  

A Polícia Federal informou que os investigados poderão responder, conforme a participação atribuída a cada um, por crimes como lavagem de capitais, organização criminosa, falsidade ideológica e operação irregular de instituição financeira, além de outras infrações que eventualmente sejam identificadas no decorrer das investigações.  

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