NACIONAL
Duas pessoas são presas após tentar sacar aposentadoria fraudulenta no Rio de Janeiro
A Força-Tarefa Previdenciária no estado do Rio de Janeiro prendeu em flagrante duas pessoas numa agência bancário no bairro de Campo Grande, na tarde da última sexta-feira (8). Eles tentavam sacar um benefício de aposentadoria fraudulenta.
Na ocasião, o homem foi flagrado realizando o saque referente a um benefício de aposentadoria por idade com indícios de fraude, utilizando-se da condição de procurador cadastrado, de maneira indevida. Para essa finalidade, o suspeito apresentou uma cópia autenticada de documento de identidade falso, em nome do titular do benefício previdenciário. Durante a prisão em flagrante, o investigado confessou a prática criminosa.
A mulher que o acompanhava também foi detida após agredir um agente federal, causando-lhe arranhões, além de resistir à prisão, circunstância que exigiu o uso de algemas por parte dos agentes responsáveis pela ação.
De acordo com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), o prejuízo estimado, caso seja confirmada a irregularidade integral do benefício, é de R$ 141 mil. Além disso, a economia projetada supera R$ 1,034 milhão, considerando a expectativa média de sobrevida divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A ação foi conduzida pela equipe da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários (DELEPREV) do Rio de Janeiro e contou com a colaboração da CGINP do Ministério da Previdência Social (MPS).
Há 26 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social e pela Polícia Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas.
NACIONAL
Webinário de dois anos da Pneerq aborda resposta ao racismo
Para comemorar os dois anos da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), o Ministério da Educação (MEC) realizará um webinário em que serão apresentados os “Protocolos de Identificação e Resposta ao Racismo” da Pneerq e lançadas diversas iniciativas voltadas à equidade. O evento ocorrerá na quinta-feira, 14 de maio, às 15h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube e pelo Conviva Educação. O webinário buscará sensibilizar gestores, educadores e técnicos sobre a implementação dos protocolos em suas redes.
No evento, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) apresentará os protocolos, que buscam contribuir para evitar a omissão ou insegurança na tomada de decisões diante de casos de racismo, criando condições institucionais para que a resposta seja consistente, responsável e orientada por diretrizes comuns. Serão abordados o escopo e os princípios dos protocolos, da educação infantil ao ensino superior.
Ao incorporar e operacionalizar esse protocolo, as redes e as instituições de ensino do país poderão ter uma ferramenta eficaz, com linguagem simples, que pode ser compreendida por todos os atores que compõem a comunidade escolar e que, de fato, contribua na tomada de decisão em casos de racismo.
Ao longo do webinário, serão apresentados outros lançamentos da Pneerq para o mês de maio, como o “Curso de Formação em Práticas de Ensino para a Equidade na Educação Básica”. A formação oferece recursos pedagógicos para que professores analisem criticamente as desigualdades produzidas pelo racismo, utilizem a equidade como princípio estruturante de suas escolhas curriculares e avaliativas, e desenvolvam práticas que valorizem a diversidade e promovam interações equitativas entre os estudantes.
Participam do curso os Articuladores de Formação e Agentes de Formação Local da Pneerq, grupo de agentes responsáveis por formar docentes das 1.294 redes de ensino que não reduziram a desigualdade racial, conforme prevê a Condicionalidade III do Valor Aluno Ano Resultado (VAAR), do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) 2026.
A Secadi divulgará, ainda, as Devolutivas de Equidade Racial e os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação. As devolutivas trazem diagnósticos individualizados das redes municipais, com dados sobre desempenho na Condicionalidade III do VAAR, recursos recebidos e desigualdades educacionais. Além de apresentar os principais desafios, os materiais indicam recomendações práticas para promover a equidade racial, apoiando a tomada de decisão dos gestores. Já os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação apoiam redes de ensino na qualificação da gestão educacional, com foco na redução de desigualdades e na garantia do direito à educação. Voltados a secretarias estaduais, municipais e distrital, os documentos oferecem orientações práticas, com indicadores, autodiagnóstico e rotas de progressão que ajudam a aprimorar políticas públicas de forma concreta. Os referenciais estão sendo publicados na página “Gestão Educacional para a Equidade”, que reúne uma série de materiais com a finalidade de promover o avanço da equidade nas redes públicas de ensino e, consequentemente, ampliar o acesso a direitos educacionais e a equalização de oportunidades.
Também será lançado o Diagnóstico de Equidade 2026, um mapeamento do MEC, realizado por meio da Pneerq para avaliar a implementação da Lei nº 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana na educação básica, pública e privada.
Em sua primeira edição, ocorrida no ano de 2024, 100% das redes estaduais e 98% das redes municipais responderam. Agora, em 2026, será disponibilizado um novo questionário para atualizar o monitoramento e analisar o avanço das políticas.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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