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Primeira edição de 2026 do MP Sem Mistério será nesta quinta (12)

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realiza, na próxima quinta-feira (12), a primeira edição de 2026 do projeto “Ministério Público sem Mistério”, iniciativa promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional. A atividade ocorre das 14h às 17h no auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital, reunindo acadêmicos do curso de Direito do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag), Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi) e Faculdade Católica de MT (Unifacc).Criado para aproximar o Ministério Público da comunidade acadêmica, o projeto permite que estudantes conheçam de forma mais aprofundada o papel constitucional da instituição, suas áreas de atuação e sua estrutura. A proposta é contribuir para a formação de futuros profissionais do Direito, fortalecendo o diálogo entre o MPMT e as instituições de ensino superior.A abertura do encontro será conduzida pelo promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, coordenador do Ceaf. Em seguida, os participantes acompanharão uma programação composta por exposições de membros do MPMT sobre temas relacionados ao funcionamento institucional e às frentes de atuação do órgão.Entre os palestrantes desta edição estão o procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Procuradoria Especializada da Defesa da Criança e do Adolescente; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert; e o promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

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A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

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Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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