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Metodologia APAC será apresentada em audiência pública no dia 28/06

No próximo dia 28, às 17h, será realizada na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá audiência pública para apresentação da metodologia aplicada pela  APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados). O evento é uma realização do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e APAC Cuiabá. A iniciativa conta com a parceria do Poder Judiciário, Governo de Mato Grosso, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MT).

Cuiabá deverá ser o primeiro município de Mato Grosso a receber uma unidade prisional da APAC. No podcast “Vozes do MPMT” desta semana, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Execução Criminal, promotora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente apresenta os 12 elementos da metodologia APAC. Ouça Aqui

A APAC é uma entidade civil de direito privado, com personalidade jurídica própria, dedicada à recuperação e à reintegração social dos condenados a penas privativas de liberdade. Ela ainda opera como entidade auxiliar dos poderes Judiciário e Executivo, respectivamente, na execução penal e na administração do cumprimento das penas privativas de liberdade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Alunos de escola militar debatem violência de gênero em roda conversa

Confiança, respeito, admiração, parceria, maturidade, lealdade, liberdade, diálogo, zelo, carinho e cuidado estão entre os principais valores que os alunos da Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici associam a um relacionamento saudável. As palavras foram registradas no “Mural do Respeito”, construído ao final da primeira visita do Projeto FloreSer à unidade escolar, nesta sexta-feira (15.05).Ao todo, seis turmas, com média de 30 estudantes cada, participaram das rodas de conversa promovidas pelas equipes multiprofissionais do Espaço Caliandra e por assessoras do gabinete da promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, que acompanhou as atividades durante a manhã.O Projeto FloreSer é uma iniciativa do Ministério Público de Mato Grosso, desenvolvida pelo Núcleo das Promotorias de Justiça de Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, com o objetivo de orientar adolescentes e jovens sobre a prevenção da violência no início dos relacionamentos, além de promover reflexões sobre comportamentos abusivos e machistas entre os jovens.Durante os encontros, os estudantes refletiram sobre relacionamentos saudáveis, respeito mútuo, limites e prevenção à violência. O aluno João Paulo de Souza, de 15 anos, estudante do 1º ano, disse que a atividade trouxe orientações importantes para a proteção de meninas e meninos.“Aprendemos que não podemos forçar uma pessoa e que, mesmo quando existe amor, determinadas atitudes podem se tornar abuso. Todo relacionamento precisa ter limites. Também entendi que forçar alguma situação pode acabar provocando algo mais grave, até uma morte, e destruir o futuro de alguém”, afirmou o estudante.Para Ana Vitória, de 15 anos, a roda de conversa contribui para que meninas e meninos reflitam sobre comportamentos nocivos e não repitam atitudes de violência cometidas contra as mulheres. Segundo ela, as orientações também ajudam as jovens a identificarem os sinais de um relacionamento abusivo.“Acho que os meninos, assim como as meninas, vão refletir mais depois dessa palestra e passar a respeitar mais as mulheres”, destacou a estudante.A coordenadora Sandra Leite dos Santos ressaltou a importância de inserir o debate sobre violência doméstica e relações saudáveis no ambiente escolar. Segundo ela, iniciativas como o Projeto FloreSer contribuem tanto para orientar as meninas quanto para educar os meninos sobre respeito e igualdade.“Para nós, esse tipo de projeto é muito válido, porque ajuda a preparar as meninas e, principalmente, a educar os nossos meninos. São temas e situações que precisamos trabalhar constantemente. Ainda convivemos com questões relacionadas ao machismo e situações que muitas vezes incomodam as alunas. Temos meninas bem orientadas a procurar a coordenação sempre que algo as incomoda”, destacou a coordenadora.O aluno Luziel dos Reis participou ativamente das discussões. Segundo ele, o encontro trouxe reflexões importantes sobre a violência contra a mulher e a necessidade de mudança de comportamento dentro da sociedade.“Trazer esse conhecimento para o ambiente escolar é muito importante e ajuda a conscientizar as pessoas”, afirmou o estudante.A Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici é administrada pelo Corpo de Bombeiros Militar desde 2020, enquanto a gestão pedagógica é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). A unidade atende 839 alunos do Ensino Médio no período matutino e 822 estudantes do Ensino Fundamental no período vespertino.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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