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Abertas inscrições para Concurso Audiovisual em Primavera do Leste

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Estão abertas as inscrições para o I Concurso Audiovisual: Alternativas Socioambientais para Primavera do Leste, realizado pela Promotoria de Justiça de Primavera do Leste (a 231km de Cuiabá) em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal de Rondonópolis (Neabi/UFR). O concurso vai premiar nove produções audiovisuais amadoras, de curta duração, elaboradas por residentes no município, sobre o tema Educação Socioambiental.

Os participantes poderão se inscrever em três categorias: Sociedade Civil e Professores; Estudantes universitários de instituições públicas e privadas; Estudantes do ensino médio de escolas públicas e privadas. As inscrições devem ser feitas até o dia 6 de maio, aqui. A premiação será de R$ 30 mil para os primeiros colocados em cada categoria, R$ 15 mil para os segundos e R$ 5 mil para os terceiros colocados.

O objetivo é incentivar a sociedade primaverense a refletir sobre agravos ambientais e construir, sob um olhar original, propostas práticas de curto, médio e longo prazos, voltadas à despoluição e proteção dos rios e córregos urbanos, preservação das nascentes e que sirvam de alerta para os perigos da deposição irregular de lixo, queimadas urbanas, supressão irregular de vegetação, entre outros temas.

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Conforme o edital do concurso, a ideia é que sejam propostas “ações, alternativas de enfrentamento, soluções ou ampliações comprometidas com a defesa do direito de bem-viver da coletividade e com a transformação de Primavera do Leste em um município com destacadas práticas voltadas para a melhoria da qualidade de vida de sua população”.

Os critérios de avaliação serão adequação ao tema proposto; Relevância social da proposta; Originalidade e criatividade; Coerência narrativa do audiovisual com a proposta encaminhada; e Uso da linguagem e estética audiovisual. Saiba mais sobre o concurso aqui .

Fonte: MP MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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