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Rotam amplia presença em operações policiais de combate às facções criminosas em MT em 2025

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O Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) da Polícia Militar de Mato Grosso ampliou a sua presença em operações de combate às facções criminosas em todo o Estado, no ano de 2025. Os policiais da unidade estiveram presentes em 98 operações realizadas em todos os 15 Comandos Regionais da PMMT.

As ações ostensivos desenvolvidos em operações no interior do Estado e na Capital desencadearam a apreensão e retirada de circulação de 322 quilos de entorpecentes e mais 1,1 mil porções de drogas.

Os militares da Rotam também atuaram em 129 ocorrências, prenderam 46 criminosos foragidos da Justiça e apreenderam 45 armas de fogo de diversos calibres. A Rotam ainda localizou 45 veículos furtados ou roubados e apreendeu a quantia de R$ 393,2 mil em dinheiro proveniente de atividades criminosas como o tráfico de drogas e estelionato, por exemplo.

O comandante do Batalhão de Rotam, tenente-coronel Fábio Alves Ribeiro, destaca a importância da unidade para o fortalecimento do patrulhamento tático em todas as regiões do Estado, com a execução de operações voltadas para o combate às facções criminosas.

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“Essa proposta segue a estratégia de segurança definida pelo Programa do Tolerância Zero contra as Facções Criminosas do Governo do Estado, onde a Polícia Militar atua diariamente com essa operação. Pela Rotam, o trabalho desenvolvido é de patrulhamento tático, chegando a frente em locais suspeitos, fazendo abordagens e grandes apreensões não somente de tráfico de drogas e armas, mas de tudo que for criminoso, em todas as regiões de Mato Grosso”, explica o tenente-coronel.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, avalia que a Rotam tem como principal característica o emprego rápido para atendimento das ocorrências, sendo essencial para as atividades operacionais dentro da PM.

“Temos orgulho de podermos contar com o efetivo da Rotam a pronta entrega para qualquer operação em todo o Estado, pois sabemos que é um efetivo qualificado e comprometido com a missão de proteger o cidadão. Essa condição de enfrentamento repressivo ao crime é possível, principalmente, devido aos investimentos que também chegam neste Batalhão, com armamentos modernos e seguros para nossos policiais e toda estrutura de tecnologia para que eles executem suas ações”, classifica o comandante-geral da PM.

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Capacitações e ações sociais

Além do policiamento realizado nas ruas, a Rotam capacitou mais de 1,5 mil policiais militares de Mato Grosso e outros Estados e demais instituições de segurança com conhecimentos de técnicas. Um dos destaques foi o 9º Curso de Operações Rotam (COR), com mais de 30 policiais formados.

Na área social, o Batalhão atende mais de 600 crianças e adolescentes no projeto de lutas Jiu-Jitsu Rotam, na sede da unidade, e na escolinha de futebol Grêmio Rotam, no bairro Coophema. Ambos os projetos são gratuitos e acontecem com aulas em Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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