MATO GROSSO

Políticas públicas transformam a agricultura familiar mato-grossense e fomentam a renda de produtores

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O segmento tem avançado com eficiência e tecnologia a partir do apoio do Governo de MT através da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) e da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). A parceria oferece assistência técnica, insumos, máquinas, implementos agrícolas e apoio à comercialização para milhares de famílias rurais, promovendo o desenvolvimento econômico e social no campo.


Foto: Marcus Mesquita

Até maio deste ano, mais de 32 mil produtores já foram atendidos, evidenciando o compromisso da Empaer e da Seaf com o desenvolvimento sustentável e a valorização do meio rural no estado.


Foto: Nathielly Carvalho

“A atuação integrada entre Seaf e Empaer tem sido fundamental para mudar a realidade de muitas famílias. É a presença do Estado onde ela é mais necessária”, afirmou a secretária da Seaf, Andreia Fujioka.

Segundo a Empaer, a Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) tem contribuído para o aumento da produtividade, o uso sustentável dos recursos naturais e a ampliação da renda das famílias agricultoras. Com orientações personalizadas, os técnicos acompanham desde o preparo do solo até a comercialização dos produtos.

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Os resultados já podem ser observados em diversas regiões do estado. “Antes, a maioria das famílias plantava apenas para o consumo. Com a aproximação do Estado, elas passaram a produzir melhor e a empreender no setor. Ainda temos desafios, mas também muitas experiências de sucesso”, explicou a secretária da Seaf.

Tanto a Seaf quanto a Empaer projetam avanços para 2025, com foco na sustentabilidade, agroecologia, capacitação e ampliação do acesso a mercados. “O Governo do Estado está no caminho certo. As políticas públicas de fomento à agricultura familiar nunca estiveram tão próximas do setor”, destacou o presidente da Empaer, Suelme Fernandes.

Foto: Assessoria Seaf

Há cinco anos, Sérgio Velasco deixou o regime celetista para trabalhar com produtos da agricultura familiar. Ele destacou o incentivo oferecido pelo Governo do Estado por meio da Seaf e Empaer. “Esse apoio é essencial. Trabalhamos com o que temos na terra, produzimos e transformamos. A Serra Pantaneira, que eu represento, produz banana chips e também tem um alambique”, contou.

Para Velasco, empatia e parceria são princípios fundamentais no segmento. “Trabalhamos ajudando uns aos outros. Além de usar a banana que produzimos, compramos de outros agricultores familiares. O mesmo vale para a cana. Hoje, eu e minha família vivemos exclusivamente da agricultura familiar”, completou.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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