MATO GROSSO
Secel e MinC promovem oficina de elaboração de projetos culturais em Cuiabá
As oficinas são voltadas para artistas e produtores culturais interessados em aprender ou aperfeiçoar conhecimentos sobre elaboração de projetos para captação de recursos federais. A atividade terá abordagem teórica e prática, utilizando o sistema do MinC (Salic) para incluir projetos dos participantes.
O Salic é uma plataforma digital do MinC que auxilia na apresentação de propostas que buscam o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet – Lei 8.313/1991) e na gestão dos projetos que receberam incentivos.
As oficinas serão nos dias 26 e 27 de junho, com turmas divididas nos períodos da manhã e da tarde. A atividade será presencial, realizada no bloco do Instituto de Computação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e conduzida por representantes da Secretaria de Economia Criativa e Fomento Cultural (Sefic) do MinC.
Esta ação é uma continuidade da última reunião da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), realizada nos dias 05 a 07 de junho, em Cuiabá, quando os participantes solicitaram capacitação sobre o Salic. No período, uma comitiva do MinC esteve na Capital com uma programação de palestras, oficinas, reuniões, visitas técnicas e encontros setoriais sobre os mecanismos da Lei Rouanet para incentivo a projetos culturais.
Serviço |Oficina de Elaboração de Projetos Culturais
Data: 26 e 27 de junho
Turmas: 9h às 12h e 14h às 17h
Local: Bloco do Instituto de Computação da UFMT, Laboratório 1, Cuiabá/MT
Inscrição: Link AQUI
Informações: (65) 3613.0240 / (65) 98174.0168
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT
Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente
Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.
Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.
Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.
“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.
A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.
Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.
“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.
O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.
Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.
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