MATO GROSSO

Polícia Militar prende suspeito por tráfico de drogas no bairro Pedra 90

Policiais militares do 24º Batalhão prenderam, neste sábado (14.3), um homem de 23 anos suspeito de tráfico ilícito de drogas no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Na ação, foram apreendidas porções de entorpecentes, munições e materiais utilizados para o comércio ilegal de drogas.

Durante rondas pelo bairro, a equipe policial avistou um indivíduo em frente a uma residência segurando uma sacola de papel. Ao perceber a aproximação da viatura, o homem correu para o interior do imóvel, levantando atitude suspeita.

Os militares realizaram o acompanhamento e conseguiram abordar o criminoso dentro da residência. Durante o trajeto percorrido por ele, os policiais localizaram porções de substâncias análogas à maconha e à droga conhecida como “ice”, além de uma balança de precisão.

Questionado, ele confessou que fugiu ao perceber a presença dos policiais, pois estava em posse das drogas e tentou evitar a prisão.

Em buscas no interior da residência, os policiais localizaram mais entorpecentes e diversos materiais relacionados ao tráfico de drogas.

Ao todo, foram apreendidas sete porções pequenas, uma porção média e uma porção grande de substância análoga à maconha, além de cinco porções médias da droga de nome “ice” e 11 frascos de lança-perfume (loló). Também foram encontradas 44 munições de calibre .380 e um carregador de pistola do mesmo calibre.

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No local, os militares apreenderam ainda quatro balanças de precisão, dois rolos de plástico filme, três aparelhos celulares, um caderno com anotações relacionadas à comercialização de entorpecentes e diversos saquinhos plásticos do tipo zip lock, utilizados para embalo das drogas.

Diante dos fatos, o suspeito foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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