MATO GROSSO

Orquestra CirandaMundo e Coral UFMT realizam concerto Cena Sinfônica neste sábado e domingo

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A Orquestra CirandaMundo e o coral da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) celebram o universo da música sinfônica em um encontro inédito, neste sábado e domingo (07 e 08.12), às 20h, em Cuiabá. Os concertos fazem parte da programação em homenagem aos 54 anos da UFMT e ocorrem no Teatro da instituição.

Com repertório especialmente preparado para a ocasião, o projeto intitulado “Cena Sinfônica” é uma realização da UFMT em parceria com o Instituto Ciranda, e conta com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel).

Será a primeira vez que um dos mais antigos corais e a atuante orquestra de Mato Grosso vão se encontrar no palco. A direção artística e regência do espetáculo são de Dorit Kolling (Coral UFMT) e Murilo Alves (Orquestra CirandaMundo).

De acordo com o regente da Orquestra CirandaMundo, Murilo Alves, é um encontro que enaltece não apenas a música de concerto, mas também as iniciativas voltadas à prática pedagógica educacional com foco na música.

“É um encontro muito especial, porque são duas iniciativas que entregam um resultado artístico para a comunidade, mas, principalmente, que desenvolvem um trabalho educacional muito consistente”, avalia Murilo.

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À frente do Coral UFMT desde 1989, Dorit Kolling conta que a vontade de firmar parcerias com a Orquestra CirandaMundo já é antiga.

“Eu e Murilo estamos conversando há um bom tempo sobre essa ideia de unir esses dois equipamentos culturais, essas duas pratas da casa aqui de Cuiabá. Esse concerto foi pensado com muito carinho, pro aniversário da nossa UFMT, e realmente espero que essa parceria com o Instituto Ciranda, seja a primeira de muitas”, diz.

O repertório inclui coros e aberturas de óperas consagradas, como a abertura da ópera Nabucco, do italiano Giuseppi Verdi, a peça instrumental Dança dos Comediantes, do checo Bedrich Smetana, a Pavane do francês Gabriel Fauré e a obra Magnificat Anima Mea, do compositor inglês John Rutter. A apresentação terá como solistas a soprano Luísa Vogt, o tenor André Vilani, o baixo Talles Matos e a soprano Milena Pimentel.

Serviço
Cena Sinfônica, com Coral UFMT e Orquestra CirandaMundo

Quando: Sábado (07.12) e domingo (08.12), às 20h
Onde: Teatro da UFMT
Ingresso social: 2 kg de alimentos não perecíveis
Os ingressos estão disponíveis neste link AQUI e a entrega dos alimentos deve ser realizada no foyer do teatro.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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