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MT Par e Prefeitura de Lucas do Rio Verde farão estudo para instalação de indústria de aviões em Mato Grosso

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A MTPar e a Prefeitura de Lucas do Rio Verde farão um estudo de viabilidade econômico-financeira para instalação da primeira indústria de aviões no município. A parceria foi firmada por meio de um protocolo de intenções assinado pelas duas partes.

Após o estudo, a MT Par irá avaliar a atuação no investimento proposto pela Empresa Octans Aircraft Industrial LTDA, na forma de participação acionária.
Mais uma vez, a empresa é uma aceleradora e busca auxiliar o Estado de Mato Grosso e municípios na promoção de oportunidades de negócio.

De acordo com o presidente da MT Par, Wener Santos, mais uma vez a empresa é uma aceleradora e busca auxiliar o Estado de Mato Grosso e municípios na promoção de oportunidades de negócio.

Wener explicou que o objetivo desse protocolo de intenções é envidar os esforços necessários para viabilizar a implantação da Empresa Octans Aircraft Industrial LTDA no município de Lucas do Rio Verde com participação de investimentos por meio da MT Par.

“Estamos muito otimistas com tudo isso. O Governo de Mato Grosso mais uma vez está sendo inovador e pensa no crescimento e desenvolvimento do Estado. Lucas do Rio Verde é uma cidade de muitas oportunidades e agora, através desse protocolo de intenções, será possível recebermos estudos de viabilidade para instalação dessa indústria na cidade”, disse o presidente da MT Par.

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O prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, pontuou que sua gestão recebeu os empresários do ramo, que já mostraram interesse na instalação do projeto no município. “Estávamos aguardando essa notícia com muitas expectativas. Nem nos meus sonhos mais otimistas poderia imaginar uma fábrica desse porte no nosso município”, enalteceu o prefeito.

A vinda do empreendimento foi definida na 13ª reunião extraordinária do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), que determinou por unanimidade que o estado de Mato Grosso iria sediar a primeira indústria de aeronaves.

Além disso, para consecução do objeto estabelecido neste Protocolo de Intenções, por meio da 13ª reunião extraordinária do Condeprodemat, o secretário César Miranda afirmou que os aviões vendidos dentro do Estado terão 85% de crédito e os que forem vendidos para fora do Estado, 90%.

“A função da MT Par é fomentar os setores que precisam atender o cidadão. E é isso que nós já estamos fazendo no Governo Mauro Mendes e tem dado muito certo. Ter uma empresa como essa no nosso estado será muito importante para incentivar cada vez mais o desenvolvimento tecnológico e industrial”, finalizou Wener Santos.

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Fonte: Governo MT – MT

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Wellington propõe avanço da bioenergia com foco em empregos e industrialização de MT

Wellington propõe avanço da bioenergia com foco em empregos e industrialização de MT

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O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) defendeu, nesta terça-feira (22), medidas para ampliar a industrialização do Estado a partir do crescimento da bioenergia. Durante encontro com representantes do Sindicato das Indústrias de Bioenergia do Estado de Mato Grosso (Bioind MT), foram discutidos gargalos do setor e alternativas para aumentar a competitividade das empresas.

A logística esteve entre os principais temas apresentados. Conforme dados do Bioind MT, aproximadamente 6 bilhões de litros de etanol precisam ser transportados para fora de Mato Grosso anualmente, enquanto o custo estimado com frete chegou a R$ 2,8 bilhões.

Wellington afirmou que a expansão da infraestrutura ferroviária e rodoviária é fundamental para acompanhar o novo momento industrial do Estado e facilitar o escoamento da produção.

“Eu dediquei grande parte da minha vida pública à logística porque sempre entendi que ela era fundamental para Mato Grosso. Trabalhamos para a ferrovia chegar, avançar pelo Estado e para melhorar nossas rodovias. Agora precisamos conectar essa infraestrutura à nova realidade industrial de Mato Grosso”, afirmou.

Além da logística, representantes do setor apontaram como prioridades a estabilidade tributária e regulatória, maior agilidade nos licenciamentos, formação de mão de obra, estímulo ao biometano e à biomassa e condições para atrair fornecedores e novas indústrias.

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Como resposta a essas demandas, Wellington defendeu a criação de uma mesa técnica permanente entre o Governo do Estado e o setor produtivo, com o objetivo de discutir gargalos e proporcionar maior previsibilidade aos investimentos.

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Outro problema relatado pelos industriais foi a dificuldade para encontrar profissionais qualificados, inclusive para vagas técnicas já disponíveis.

Wellington propôs uma articulação entre empresas, universidades e instituições de formação profissional para capacitar trabalhadores nas próprias regiões onde as indústrias estão instaladas ou em expansão. Segundo ele, a medida pode permitir que uma parcela maior dos empregos gerados pelo setor seja ocupada por trabalhadores de Mato Grosso.

Na área de inovação, o candidato apontou o combustível sustentável de aviação como uma oportunidade para o Estado ampliar sua participação no mercado de bioenergia.

“Mato Grosso pode ser a ‘Arábia Saudita’ do combustível sustentável para a aviação civil. Temos matéria-prima, escala e capacidade de produção. Precisamos colocar ciência, tecnologia e indústria trabalhando juntas para agregar ainda mais valor aqui dentro”, declarou.

INCENTIVOS E DESENVOLVIMENTO

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Wellington também se declarou favorável à concessão de incentivos fiscais para preservar a competitividade das empresas, desde que os benefícios estejam associados a investimentos, geração de empregos e desenvolvimento regional.

“Sou favorável ao incentivo fiscal, mas ele precisa ter contrapartida e visão social. O empresário precisa ter segurança para investir e competir, mas a prosperidade também precisa chegar ao trabalhador e à cidade que recebe esse investimento”, afirmou.

Entre as alternativas debatidas durante a reunião também está a implantação de estruturas destinadas aos caminhoneiros nas principais rotas industriais, por meio de parcerias entre empresas e poder público.

Para Wellington, o avanço da bioenergia deve combinar expansão industrial, tecnologia e geração de oportunidades com melhorias nas cidades que recebem os investimentos.

“O setor da bioenergia está transformando a economia de Mato Grosso. Nós sabemos o que precisa ser feito para avançar e queremos construir esse próximo ciclo junto com quem produz, gerando mais indústria, tecnologia, empregos e qualidade de vida”, concluiu.

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