MATO GROSSO

Formado na Escola Técnica Estadual afirma que se sente realizado e que já conseguiu promoção no trabalho

Publicados

em

Aos 37 anos, Márcio Figueiredo Vitor concluiu o curso técnico em Agropecuária, na Escola Técnica Estadual de Tangará da Serra, que sempre teve vontade, já que trabalhou nessa área a vida toda e até agora não tinha tido a oportunidade de ampliar o conhecimento e ter um diploma. Com o curso ofertado pelo Governo do Estado, o estudante conseguiu se especializar e receber uma promoção no atual emprego.

“Era um sonho de infância me formar na área, mas não tinha condições. Desde pequeno sempre trabalhei voltado para a agropecuária e todos os serviços que tive desde então foram voltados para essa área, mas nunca tinha tido a oportunidade de me especializar. Graças a esse curso me qualifiquei e consegui ter uma promoção na empresa que trabalho hoje, então saio muito feliz”, disse o novo técnico em Agropecuária.

Ele é um dos 18 novos profissionais graduados, no município de Mirassol d’Oeste, local onde está localizada a unidade remota da escola. A cerimônia aconteceu na última quinta-feira (24.08).

A duração do curso é de dois anos e, nesse período, os estudantes recebem auxílio com alimentação, transporte e também os materiais didáticos utilizados durante as aulas.

Leia Também:  Polícia Civil apreende novo carregamento de droga que pertencia a quadrilha desmantelada em Várzea Grande

A graduação é ofertada, por meio do programa Mediotec, que possibilita a realização de cursos técnicos financiados inteiramente com recursos públicos.

O recurso federal é gerido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, o que proporciona à população a possibilidade de se qualificar e ampliar seus conhecimentos técnicos. Com a formatura em Mirassol d’Oeste, já são mais de 56 novos profissionais formados pelas Escolas Técnicas Estaduais nas áreas de Turismo, Administração e Agropecuária, apenas no mês de agosto.

Além dele, Hygor Oliveira de Carvalho, de 18 anos, concluiu o curso e também recebeu uma promoção no trabalho. O técnico afirma ainda que foi durante o curso que conseguiu definir quais serão os próximos passos em sua carreira profissional.

“Entrei no curso sem saber muito para onde seguir futuramente. Com o passar do tempo, comecei a entender melhor a área da agropecuária. No meu atual emprego iniciei como auxiliar de mecanização agrícola, mas depois, graças ao curso, eles me deram a oportunidade de tentar uma nova vaga, participei da seleção e consegui passar, agora vou seguir em frente e ir cada vez mais longe”, declarou Igor.

Leia Também:  Polícia Militar prende em flagrante suspeito de tentativa de feminicídio em Cáceres

A coordenadora de Educação Profissional e Tecnológica, Girlayne Menezes, participou da cerimônia e ressaltou o papel transformador da educação profissional. Para a servidora, fica um sentimento de dever cumprido ao se colocar diante dos novos profissionais formados pela Escola Técnica Estadual.

“A Educação Profissional proporciona muito mais que a realização de sonhos, é também a oportunidade de se qualificar e ter uma mudança na carreira profissional para muitas pessoas. O Governo do Estado, por meio da Seciteci, segue cumprindo seu papel em possibilitar essa chance para a nossa população”, declarou a coordenadora.

A cerimônia de Colação de Grau ocorreu no Auditório da Escola Centro Educacional Municipal Vereador Edson Athier Almeida Tamandaré e contou com a presença de autoridades estaduais e municipais, como o secretário Municipal de Educação, Marcos Antônio Santos, presidente da Câmara Municipal, Héctor Alvares Bezerra, diretor da Escola Técnica Estadual de Cuiabá, Maurício Dias de Mendonça e a diretora da Escola Técnica Estadual de Tangará da Serra, Werica Crislaine Souza Nascimento.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Gisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças

Publicados

em

A candidatura de Moacir Couto à Assembleia Legislativa ganhou nesta sexta-feira (21), um componente político que extrapola o lançamento de mais um nome na disputa proporcional. Em Barra do Garças, onde mais de 300 pessoas participaram do ato, a presença da candidata a vice-governadora Gisela Simona levou ao palco uma discussão que há anos atravessa o Araguaia: a necessidade de transformar o peso econômico e social da região em maior capacidade de representação política e de interlocução com o Governo do Estado.

Empresários, produtores rurais, lideranças políticas, moradores de Barra do Garças e apoiadores de municípios vizinhos acompanharam o lançamento da candidatura de Moacir, que pretende ocupar um espaço que considera estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e investimentos públicos. A agenda também expôs uma característica cada vez mais presente na campanha de Gisela: a circulação pelos municípios e a tentativa de compreender a política a partir das demandas concretas que chegam das comunidades.

Ao declarar apoio ao empresário barra-garcense, Gisela levou uma mensagem do governador Otaviano Pivetta, de quem é candidata a vice na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ela, Pivetta havia encontrado Moacir em Várzea Grande e pediu que sua vice levasse pessoalmente seu abraço ao amigo. “Ele disse: estive com Moacir em Várzea Grande. Agora, na Barra do Garças, minha vice vai pessoalmente entregar meu carinho a você, que não é um irmão de sangue, mas é de alma”, relatou.

Mais do que uma manifestação de amizade, a fala evidencia uma característica da atual composição política que tenta se consolidar em torno de Pivetta: a construção de uma rede que procura combinar a força administrativa do governo com lideranças regionais capazes de traduzir demandas locais para dentro da estrutura estadual.

Gisela também associou a candidatura de Moacir ao debate sobre a continuidade administrativa de Mato Grosso. Ao defender a chapa liderada por Pivetta, destacou a experiência do governador e sua capacidade de interlocução com os municípios.

Leia Também:  Tribunal de Justiça suspende decisão que proibia Sema de inutilizar máquinas apreendidas

“Ele é um administrador nato, com experiência comprovada em criar qualidade de vida. E todos sabem que é confiável. O projeto de transformar para melhor a vida da população de Mato Grosso precisa ter prosseguimento”, afirmou.

A declaração ganha dimensão política maior diante do movimento recente de prefeitos em torno da candidatura de Pivetta. Na última terça-feira, 133 dos 142 prefeitos de Mato Grosso, o equivalente a 93,7% dos municípios, formalizaram apoio à sua reeleição. O dado evidencia a capilaridade municipal da candidatura, embora, naturalmente, apoio de prefeito não se confunda automaticamente com transferência de votos.

Para Gisela, entretanto, a adesão dos prefeitos traduz sobretudo uma experiência administrativa vivenciada nos próprios municípios. A candidata a vice tem defendido que gestores municipais reconhecem os efeitos dos investimentos estaduais em infraestrutura, saúde e serviços e, por isso, não desejariam retroceder. A leitura coloca o municipalismo no centro da estratégia eleitoral de Pivetta e aproxima a campanha do cotidiano de quem administra as cidades.

Em Barra do Garças, essa discussão ganhou um rosto concreto. Durante o evento, Dona Célia relatou a dificuldade enfrentada pela família para conseguir atendimento especializado para a neta Melissa, de seis anos, diagnosticada com autismo e que precisava passar por uma cirurgia de hérnia umbilical. Segundo seu relato, depois de procurar atendimento em Barra do Garças e em Cuiabá, tomou conhecimento da atuação de Moacir em defesa da estrutura hospitalar da região.

“Mesmo sem me conhecer, ele olhou para a nossa situação e segurou a nossa mão”, afirmou.

O depoimento é significativo porque recoloca a saúde no centro de uma disputa eleitoral que, frequentemente, é narrada apenas pelos números do crescimento econômico. Barra do Garças funciona como polo de atendimento para diversos municípios do Araguaia e enfrenta há anos o desafio de ampliar sua capacidade de atendimento especializado. Em maio, o Governo do Estado anunciou justamente a elevação do repasse para a saúde do município de R$ 800 mil para R$ 2 milhões, reconhecendo a pressão exercida sobre a rede local pelo atendimento de pacientes de toda a região.

Leia Também:  Setasc promove Mutirão da Cidadania com serviços gratuitos para população de Cuiabá neste sábado (9)

Há, portanto, uma equação política interessante em construção: o Estado afirma ter capacidade de investimento; os municípios reivindicam infraestrutura e serviços; e lideranças regionais buscam transformar essas demandas em representação política permanente.

É nesse ponto que Moacir pretende construir sua candidatura. “Não é apenas uma campanha política. É um movimento histórico de uma cidade e de uma região que precisa deixar de ser órfã e ter um representante que conheça sua realidade, que tenha portas abertas e possa ajudar a alavancar Barra do Garças e toda a região do Araguaia”, afirmou.

A expressão “deixar de ser órfã” talvez seja a síntese política mais importante do encontro. Não se trata apenas de eleger um deputado, mas de disputar a capacidade de uma região de participar das decisões sobre recursos, obras e políticas públicas que afetam diretamente sua população.

E é justamente aí que a presença de Gisela ganha significado próprio. Depois de quase três anos na Câmara dos Deputados, onde construiu sua atuação a partir de pautas nacionais como a defesa do consumidor, combate à violência contra as mulheres, proteção contra fraudes financeiras e enfrentamento de novas formas de vulnerabilidade social, a candidata a vice-governadora passa a ocupar outro lugar na engrenagem política: o de alguém que pretende levar para a chapa majoritária a experiência de quem aprendeu, no Procon e depois no Congresso, que grandes decisões públicas só fazem sentido quando chegam à vida cotidiana.

Em Barra do Garças, essa experiência encontrou uma agenda regional muito concreta: saúde, representação e capacidade de fazer a ponte entre o município e o Estado.

E talvez seja justamente essa ponte que a campanha de Pivetta e Gisela esteja tentando construir nos municípios: uma candidatura majoritária que não se apresente apenas como continuidade de um governo, mas como continuidade de uma relação política com as cidades. Relação que agora será testada diretamente nas ruas e nas urnas.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA