MATO GROSSO
Festival Paralímpico oferece vivências paradesportivas a crianças e jovens neste sábado (07)
A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) organiza a 2ª Edição do Festival Paralímpico, a partir das 8h deste sábado (07.12), em Cuiabá.
O evento, que é uma ação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), também será realizado nos municípios de Barra do Garças, Cáceres, Paranatinga e Várzea Grande com o apoio da Secel.
O festival busca celebrar o Dia Internacional das Pessoas com Deficiências, comemorado na terça-feira (03.12), assim como proporcionar às crianças a vivência de modalidades paralímpicas.
“Esse festival busca proporcionar experimentações práticas com as modalidades paradesportivas e paralímpicas e motivar, ainda mais, nossas crianças e jovens à prática de esportes e revelação de novos talentos”, destaca o superintendente de Esportes e Lazer, Otávio Rodrigo Palacio Favaro.
Podem participar crianças e jovens de 07 até 17 anos com ou sem deficiência, mas o limite de inscritos é de até 20% para os menores sem deficiência em cada núcleo.
Em Cuiabá, o evento ocorrerá na Arena Pantanal. Serão oferecidas as modalidades de atletismo, basquete em cadeira de rodas, vôlei sentado, tênis de mesa, ciclismo, tiro com arco (arco e flecha), xadrez, dominó e judô.
“No último campeonato Paralímpico em São Paulo 2024, nossos atletas conquistaram diversas medalhas. Desta forma, nosso Estado está crescendo em número de participantes e em número de modalidades e tem um potencial enorme nesse segmento”, afirma Otavio.
Na primeira edição do evento, em setembro, houve cerca de 25.661 inscritos pelo país. Em Mato Grosso, o festival ocorreu nos municípios de Cuiabá, Barra do Garças, Cáceres, Canarana, Paranatinga e Várzea Grande.
Serviço | 2º Festival Paralímpico em Mato Grosso
Cuiabá
Local: Arena Pantanal
Informações: www.secel.mt.gov.br/eventos-esportivos
Barra do Garças
Local: Escola Interativa Coopema
Informações: instagram @festivalparalimpico_bg
Cáceres
Local: Centro de Iniciação Esportiva
Informações: instagram @crpb.unemat
Paranatinga
Local: E.E. Apolônio Bouret de Melo
Informações: 66 98414-6360 (Associação Desportiva Paranatinga)
Várzea Grande
Local: Ginásio Fiotão
Informações: @crpb.vg
*Sob supervisão de Cida Rodrigues
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius
Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.
De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.
A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.
Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.
Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.
Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.
A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos.
Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.
Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.
A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.
“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.
Relatos sobre outras mulheres
Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.
Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.
A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.
Medo e pedido de Justiça
A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.
Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.
A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.
Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!
Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0
Fonte: Denuncia
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