MATO GROSSO
Capitães da Polícia Militar concluem cursos de aperfeiçoamento e gestão de segurança pública
A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Academia Costa Verde (APMCV), concluiu a formação de capitães no 13º Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) e Curso de Aperfeiçoamento de Gestão de Segurança Pública (CGSP), na noite desta quinta-feira (28.04). A solenidade foi realizada no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá.
Ao todo, 57 capitães receberam seus diplomas de aperfeiçoamento, sendo a grande maioria da Polícia Militar de Mato Grosso, além de dois oficiais do Estado do Paraná e um do Estado da Paraíba.
A solenidade foi presidida pelo comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Correa Mendes, que fez um agradecimento especial aos professores que participaram da formação dos oficiais, destacando a importância do trabalho desempenhado pelos docentes.
O coronel Mendes ainda parabenizou todos os capitães que concluíram os cursos de aperfeiçoamento e afirmou que os conhecimentos adquiridos na formação possam ser repassados para toda a Polícia Militar.
O comandante da Academia de Polícia Militar Costa Verde (APMCV), tenente-coronel Anderson Luiz do Prado, destacou a importância da formação dos oficiais. “Aqui, vocês se tornam herdeiros da valorosa Academia Costa Verde, referência em ensino acadêmico técnico profissional. Esse não é o fim, mas sim o singelo meio de vossas carreiras, sempre construída com muito suor e abnegação”, concluiu o tenente-coronel.
O evento contou com homenagens aos docentes do curso e ao alto comando da PMMT, além do descerramento da placa da turma. Ainda na solenidade, todos os alunos formandos subiram ao palco para receberem seus diplomas dos cursos.
Também participaram do evento a comandante-geral adjunta da PMMT, coronel Francyanne Siqueira Chaves; o subchefe do Estado Maior Geral da PMMT, coronel Wilker Soares Sodré; o comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip), coronel Januário Batista; comandante do Comando Especializado da PM, coronel Paulo César da Silva; entre outras autoridades militares e civis.
MATO GROSSO
Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.
Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT
Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT
Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT
Fonte: TCE
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