MATO GROSSO

Bombeiros resgatam corpo de adolescente após afogamento em lago

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou e resgatou, na noite de sexta-feira (10.4), o corpo de um adolescente de 17 anos que havia se afogado no Lago Bets, no município de Querência (a 755 km de Cuiabá).

O jovem se afogou quando tentou atravessar o lago, ao lado de um amigo, na tarde de quinta-feira (9). Durante a travessia, ele não conseguiu completar o percurso e acabou submergindo, não sendo mais visto desde então.

Assim que acionados, os militares da 4ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (4ª CIBM) e do 2º Pelotão Independente de Bombeiros Militar (2º PIBM) iniciaram uma operação intensiva de busca. A equipe atuou com o emprego de técnicas especializadas de mergulho e varredura subaquática, além da utilização de embarcação, iniciando os trabalhos a partir do ponto indicado como o local do afogamento.

O corpo foi localizado após emergir naturalmente, em decorrência do processo biológico, sendo prontamente identificado pela equipe. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate e fizeram a entrega do corpo à Polícia Civil para os procedimentos legais.

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Orientações

O Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de cuidados em ambientes aquáticos. Atravessar rios, lagos ou represas a nado pode ser perigoso, especialmente em locais desconhecidos, e o risco é ainda maior para pessoas que não sabem nadar ou não possuem preparo físico adequado.

A orientação é evitar esse tipo de situação de risco, respeitar os próprios limites e nunca entrar na água sem segurança. Em caso de emergência, o Corpo de Bombeiros Militar deve ser acionado imediatamente pelo telefone 193.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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