MATO GROSSO

Auditores da CGE-MT são finalistas em maior prêmio nacional de combate à corrupção

Publicados

em

Os auditores da Superintendência de Avaliação e Consultoria em Integridade e Compliance (Sacic) da Controladoria Geral do Estado de Mato Grosso (CGE-MT) estão entre os finalistas do 4º Prêmio Não Aceito Corrupção. O resultado da premiação será anunciado em cerimônia na próxima segunda-feira (25.03), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp-SP).

Os servidores chegaram à reta final da disputa entre os cinco melhores trabalhos da categoria “Experiência Profissional”, destinada a profissionais com ideias inovadoras na prevenção e combate à corrupção. Outras cinco categorias do prêmio são: “Acadêmica”, “Tecnologia e Inovação”, “Governança Corporativa”, “Jornalismo Investigativo” e “Comunicação Local”. A iniciativa do Instituto Não Aceito Corrupção (INAC) é considerada a maior premiação brasileira sobre o tema.

Os auditores se destacaram com o projeto de modelagem de consultoria para elaboração de planos de integridade dos órgãos e entidades do executivo do programa de Integridade Pública de Mato Grosso. 

Os serviços de consultoria em auditoria interna, geralmente, são realizados a partir da solicitação específica de um órgão ou entidade. Assessoria, orientação, facilitação e treinamento são as formas mais tradicionais de consultoria, observando questões essenciais para manter a independência e objetividade da auditoria interna.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros atendeu uma média de 188 ocorrências por dia em 2025

“Ao decidir atuar no formato de consultoria, a equipe de auditores da CGE criou uma abordagem pré-definida de atuação, que pode ser adaptada ao contexto organizacional do órgão/entidade. A iniciativa fomentou uma atuação mais efetiva da Controladoria em agregar valor e ter uma posição propositiva em questões relativas à governança, riscos e controles”, explicou o superintendente da Sacic, Chistian Pizzato.

O auditor Rodrigo Amorim, que coordenou o trabalho original de modelo de atuação em consultoria para planos de integridade explica que, em todo o trabalho, são utilizadas diversas técnicas, como entrevistas, mapeamento de stakeholders (partes interessadas do negócio), oficinas, workshops e  benchmarking (busca das melhores práticas de gestão).

“No modelo proposto e executado em dois projetos pilotos no ano passado, foram realizadas rodadas de sensibilização com a alta gestão, assessoria no processo de avaliação e tratamento de riscos de integridade e auxílio na elaboração do Plano de Integridade”, ressaltou.

Além de Pizzato e Amorim, integram a equipe finalista os auditores Diego Costa, André Silva, Priscila Alves e Deuzi Cunha.

Leia Também:  Polícia Civil prende traficante envolvido em venda de droga na modalidade delivery

Prêmio Não Aceito Corrupção

O Instituto Não Aceito Corrupção (INAC) promove o Prêmio Não Aceito Corrupção a fim de estimular a pesquisa acadêmica, o jornalismo e a ação de gestores públicos e privados, profissionais de diversas áreas e empreendedores para conectar propósitos, ideias e consciência relacionados às práticas de corrupção e seu combate no país.

Nesta 4ª edição, o Prêmio amplia seu alcance, com duas menções honrosas: uma no esporte e outra internacional, entre países lusófonos, com mais duas categorias, além das quatro da edição passada, e um Grande Prêmio, escolhido dentre os 6 vencedores das categorias.

Os primeiros colocados das categorias recebem troféu e certificado. Segundos e terceiros, certificados.

A cerimônia de premiação será transmitida pelos canais do YouTube do INAC, SBTNews, TV Cultura e MPSP. Para outras informações sobre o prêmio, acesse https://premionaoaceitocorrupcao.com.br/.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Gisela aposta na força regional e leva recado de Pivetta a Moacir em Barra do Garças

Publicados

em

A candidatura de Moacir Couto à Assembleia Legislativa ganhou nesta sexta-feira (21), um componente político que extrapola o lançamento de mais um nome na disputa proporcional. Em Barra do Garças, onde mais de 300 pessoas participaram do ato, a presença da candidata a vice-governadora Gisela Simona levou ao palco uma discussão que há anos atravessa o Araguaia: a necessidade de transformar o peso econômico e social da região em maior capacidade de representação política e de interlocução com o Governo do Estado.

Empresários, produtores rurais, lideranças políticas, moradores de Barra do Garças e apoiadores de municípios vizinhos acompanharam o lançamento da candidatura de Moacir, que pretende ocupar um espaço que considera estratégico para o desenvolvimento regional, especialmente nas áreas de saúde, infraestrutura e investimentos públicos. A agenda também expôs uma característica cada vez mais presente na campanha de Gisela: a circulação pelos municípios e a tentativa de compreender a política a partir das demandas concretas que chegam das comunidades.

Ao declarar apoio ao empresário barra-garcense, Gisela levou uma mensagem do governador Otaviano Pivetta, de quem é candidata a vice na disputa pelo Palácio Paiaguás. Segundo ela, Pivetta havia encontrado Moacir em Várzea Grande e pediu que sua vice levasse pessoalmente seu abraço ao amigo. “Ele disse: estive com Moacir em Várzea Grande. Agora, na Barra do Garças, minha vice vai pessoalmente entregar meu carinho a você, que não é um irmão de sangue, mas é de alma”, relatou.

Mais do que uma manifestação de amizade, a fala evidencia uma característica da atual composição política que tenta se consolidar em torno de Pivetta: a construção de uma rede que procura combinar a força administrativa do governo com lideranças regionais capazes de traduzir demandas locais para dentro da estrutura estadual.

Gisela também associou a candidatura de Moacir ao debate sobre a continuidade administrativa de Mato Grosso. Ao defender a chapa liderada por Pivetta, destacou a experiência do governador e sua capacidade de interlocução com os municípios.

Leia Também:  Corpo de Bombeiros atendeu uma média de 188 ocorrências por dia em 2025

“Ele é um administrador nato, com experiência comprovada em criar qualidade de vida. E todos sabem que é confiável. O projeto de transformar para melhor a vida da população de Mato Grosso precisa ter prosseguimento”, afirmou.

A declaração ganha dimensão política maior diante do movimento recente de prefeitos em torno da candidatura de Pivetta. Na última terça-feira, 133 dos 142 prefeitos de Mato Grosso, o equivalente a 93,7% dos municípios, formalizaram apoio à sua reeleição. O dado evidencia a capilaridade municipal da candidatura, embora, naturalmente, apoio de prefeito não se confunda automaticamente com transferência de votos.

Para Gisela, entretanto, a adesão dos prefeitos traduz sobretudo uma experiência administrativa vivenciada nos próprios municípios. A candidata a vice tem defendido que gestores municipais reconhecem os efeitos dos investimentos estaduais em infraestrutura, saúde e serviços e, por isso, não desejariam retroceder. A leitura coloca o municipalismo no centro da estratégia eleitoral de Pivetta e aproxima a campanha do cotidiano de quem administra as cidades.

Em Barra do Garças, essa discussão ganhou um rosto concreto. Durante o evento, Dona Célia relatou a dificuldade enfrentada pela família para conseguir atendimento especializado para a neta Melissa, de seis anos, diagnosticada com autismo e que precisava passar por uma cirurgia de hérnia umbilical. Segundo seu relato, depois de procurar atendimento em Barra do Garças e em Cuiabá, tomou conhecimento da atuação de Moacir em defesa da estrutura hospitalar da região.

“Mesmo sem me conhecer, ele olhou para a nossa situação e segurou a nossa mão”, afirmou.

O depoimento é significativo porque recoloca a saúde no centro de uma disputa eleitoral que, frequentemente, é narrada apenas pelos números do crescimento econômico. Barra do Garças funciona como polo de atendimento para diversos municípios do Araguaia e enfrenta há anos o desafio de ampliar sua capacidade de atendimento especializado. Em maio, o Governo do Estado anunciou justamente a elevação do repasse para a saúde do município de R$ 800 mil para R$ 2 milhões, reconhecendo a pressão exercida sobre a rede local pelo atendimento de pacientes de toda a região.

Leia Também:  Empaer e Seaf promovem Dia de Campo sobre produção de leite com foco em práticas sustentáveis

Há, portanto, uma equação política interessante em construção: o Estado afirma ter capacidade de investimento; os municípios reivindicam infraestrutura e serviços; e lideranças regionais buscam transformar essas demandas em representação política permanente.

É nesse ponto que Moacir pretende construir sua candidatura. “Não é apenas uma campanha política. É um movimento histórico de uma cidade e de uma região que precisa deixar de ser órfã e ter um representante que conheça sua realidade, que tenha portas abertas e possa ajudar a alavancar Barra do Garças e toda a região do Araguaia”, afirmou.

A expressão “deixar de ser órfã” talvez seja a síntese política mais importante do encontro. Não se trata apenas de eleger um deputado, mas de disputar a capacidade de uma região de participar das decisões sobre recursos, obras e políticas públicas que afetam diretamente sua população.

E é justamente aí que a presença de Gisela ganha significado próprio. Depois de quase três anos na Câmara dos Deputados, onde construiu sua atuação a partir de pautas nacionais como a defesa do consumidor, combate à violência contra as mulheres, proteção contra fraudes financeiras e enfrentamento de novas formas de vulnerabilidade social, a candidata a vice-governadora passa a ocupar outro lugar na engrenagem política: o de alguém que pretende levar para a chapa majoritária a experiência de quem aprendeu, no Procon e depois no Congresso, que grandes decisões públicas só fazem sentido quando chegam à vida cotidiana.

Em Barra do Garças, essa experiência encontrou uma agenda regional muito concreta: saúde, representação e capacidade de fazer a ponte entre o município e o Estado.

E talvez seja justamente essa ponte que a campanha de Pivetta e Gisela esteja tentando construir nos municípios: uma candidatura majoritária que não se apresente apenas como continuidade de um governo, mas como continuidade de uma relação política com as cidades. Relação que agora será testada diretamente nas ruas e nas urnas.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA