ECONOMIA

MDIC debate descarbonização com setor privado, especialistas e investidores

Na última quinta-feira (12), autoridades do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços marcaram presença no seminário Conexões Sustentáveis: Investimentos em Hidrogênio de Baixo Carbono no Brasil, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

O evento reuniu representantes do governo, do setor privado, especialistas e investidores para discutir políticas públicas, projetos e estratégias para ampliar a produção e o uso do hidrogênio de baixo carbono no Brasil, destacando seu potencial para reduzir emissões de gases de efeito estufa e contribuir para a descarbonização de setores industriais, como o aço, a energia e o transporte. Na ocasião também foram anunciadas novas parcerias com entidades do setor de hidrogênio verde e energia eólica.

Na abertura do evento, a secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV/MDIC), Julia Cruz, destacou o papel de relevância da indústria nacional aliada às ações da Nova Indústria Brasil (NIB) na promoção da sustentabilidade.

“O Brasil precisa de indústria porque o projeto de desenvolvimento que a gente tem, de posicionamento do país no mundo e de redução de desigualdades, só é possível se tivermos um parque industrial forte. Quando falamos da Nova Indústria Brasil (NIB), estamos pensando em todos os instrumentos utilizados como governo para promover uma indústria que seja líder no século XXI. Isso significa uma indústria baseada em inovação, em dados, em alto valor agregado, mas também é uma indústria sustentável”, destacou a secretária.

Leia Também:  Alckmin: Brasil voltou ter políticas públicas que dão resultado

Liderada pelo MDIC, a NIB é a política industrial do governo federal com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento da indústria nacional, com base sustentável, exportadora, inovadora e competitiva.

Nesse sentido, a Secretaria de Economia Verde desenvolve ações de apoio ao desenvolvimento do mercado de hidrogênio de baixa emissão, à elaboração de estratégias de descarbonização para setores industriais intensivos em emissões e à coordenação de iniciativas que promovem inovação e sustentabilidade na indústria.

Soberania

Na sequência, o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços (SDIC/MDIC), Uallace Moreira, participou do painel A importância do H2V para a Nova Indústria Brasil. Ele ressaltou o papel da Nova Indústria Brasil na promoção de empregos e na soberania brasileira, tendo a sustentabilidade como um princípio transversal às seis missões da política industrial.

“Um país que tem um projeto de soberania e de resistência ao que está acontecendo no mundo precisa pensar no todo. E é isso que a Nova Indústria Brasil, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e pelo presidente Lula, tem: uma perspectiva de política industrial, de desenvolvimento tecnológico e de soberania que traga benefícios para o povo brasileiro, através de emprego de alta qualificação e alta renda, que é o que os setores da indústria sustentável geram”, afirmou.

Leia Também:  Lula pede ampliação do comércio com a Índia e destaca parceria em energias renováveis

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Propaganda

ECONOMIA

Corrente de comércio brasileira alcança US$ 56 bi no mês de maio

No mês de maio de 2026 as exportações somaram US$ 32 bilhões e as importações, US$ 24,1 bilhões, com saldo positivo de US$ 8 bilhões e corrente de comércio de US$ 56 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 149 bilhões e as importações, US$ 116 bilhões, com saldo positivo de US$ 33 bilhões e corrente de comércio de US$ 264 bilhões.

Esses e outros resultados foram divulgados nesta quarta-feira (3/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

>> Balança Comercial Mensal – Dados Consolidados – Maio/2026

Nas exportações, comparados o mês de maio / 2026 (US$ 31,9 bilhões) com maio / 2025 (US$ 29,92 bilhões), houve crescimento de 6,6%. Em relação às importações houve crescimento de 5,3% na comparação entre o mês de maio / 2026 (US$ 24,08 bilhões) com o mês de maio / 2025 (US$ 22,86 bilhões).

Assim, no mês de maio/2026 a corrente de comércio totalizou US$ 56 bilhões e o saldo foi de US$ 7,82 bilhões. Comparando-se este período com o de maio/2025, houve crescimento de 6,1% na corrente de comércio.

Leia Também:  Inmetro e ANP fazem operação nacional contra fraudes em postos de combustíveis

Nas exportações, comparado o valor de janeiro/maio 2026 (US$ 148,57 bilhões) com o de janeiro/maio – 2025 (US$ 136,68 bilhões) houve crescimento de 8,7%. Em relação às importações, houve crescimento de 3,2% entre o valor do período de janeiro/maio – 2026 (US$ 115,91 bilhões) com janeiro/maio – 2025 (US$ 112,35 bilhões). Por fim, o valor da corrente de comércio totalizou US$ 264,48 bilhões e apresentou crescimento de 6,2% na comparação entre estes períodos.

Exportações e Importações por Setores

No mês de maio/2026, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 0,73 bilhão (9,8%) em Agropecuária e de US$ 1,37 bilhão (9,0%) em produtos da Indústria de Transformação. Houve queda de US$ 0,13 bilhão (1,9%) em Indústria Extrativa.

Já comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 1,34 bilhão (6,3%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,04 bilhão (7,8%) em Agropecuária e de US$ 0,1 bilhão (10,1%) em Indústria Extrativa.

Leia Também:  MDIC lança guia para orientar proponentes na elaboração de projetos empresariais em ZPE

No acumulado de janeiro a maio/2026, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores exportadores foi o seguinte: crescimento de US$ 2,36 bilhões (7,3%) em Agropecuária; de US$ 5,37 bilhões (17,3%) em Indústria Extrativa e de US$ 4,08 bilhões (5,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

No acumulado do ano atual, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores importadores foi o seguinte: crescimento de US$ 4,34 bilhões (4,2%) em produtos da Indústria de Transformação; queda de US$ 0,53 bilhão (19,0%) em Agropecuária e de US$ 0,31 bilhões (6,2%) em Indústria Extrativa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA