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Cruzamento da Av. Generoso Ponce com Rua Barão de Melgaço ficará bloqueado por até 10 dias

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O acesso à Rua Barão de Melgaço, no cruzamento com a Av. Generoso Ponce, estará totalmente interditado a partir desta sexta-feira (22), a partir das 8h30. A medida é necessária para as obras da Concessionária Águas Cuiabá, que devem ser concluídas em até 10 dias. A Secretaria de Mobilidade Urbana e Segurança Pública acompanha o processo e disponibilizará agentes de trânsito para orientar o fluxo no local, especialmente nos horários de pico e nos primeiros dias da intervenção.

Aos motoristas, a orientação é de atenção redobrada, já que o fluxo viário sofrerá alterações no cruzamento da Avenida Generoso Ponce com a Rua Barão de Melgaço. Será necessário utilizar rotas alternativas para acessar a Rua Barão de Melgaço.

Na Avenida Generoso Ponce, o tráfego de veículos seguirá normalmente durante o período da obra. Para acessar novamente a Rua Barão de Melgaço, os motoristas deverão seguir até a Rua 13 de Junho e subir pela Avenida Dom Bosco.

O acesso a locais próximos à Câmara Municipal, incluindo a própria sede do Legislativo, poderá ser feito pela Rua Desembargador Ferreira Mendes.

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Os ônibus do transporte coletivo seguirão o mesmo trajeto adotado para os demais veículos.

A recomendação aos motoristas e usuários do transporte público é que redobrem a atenção à sinalização e às orientações no local.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Justiça mantém Rodoviária do Coxipó funcionando e rejeita pedido de fechamento imediato

Magistrado considerou que não há comprovação de risco iminente aos passageiros, mas determinou audiência para discutir a regularização do terminal em Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso negou, por enquanto, o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. A decisão permite a continuidade dos embarques, desembarques e da comercialização de passagens, apesar dos questionamentos sobre a regularidade administrativa e as condições estruturais do terminal.

A decisão foi proferida pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, que considerou não haver elementos suficientes para comprovar risco concreto e imediato à segurança dos usuários.

Na ação, o Ministério Público questiona o funcionamento da estrutura administrada pela RM Transportes e Turismo Ltda. Segundo o órgão, o terminal opera sem autorização administrativa vigente e apresenta problemas relacionados à acessibilidade, às instalações elétricas e hidrossanitárias, à conservação e à prevenção de incêndios.

As irregularidades começaram a ser investigadas em 2022. Entretanto, ao analisar o pedido de suspensão imediata, o magistrado destacou que a situação já é conhecida pelas autoridades há mais de quatro anos, sem a apresentação recente de fatos novos que demonstrem perigo iminente aos passageiros.

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Outro ponto considerado foi a realização de melhorias identificadas durante a própria investigação do Ministério Público.

Um relatório técnico elaborado em 2026 registrou a instalação de extintores de incêndio, luminárias, bebedouro e tomadas, além da substituição de cadeiras utilizadas pelos passageiros.

Para o juiz, essas intervenções devem ser consideradas na avaliação da necessidade de interromper o funcionamento do terminal.

Apesar de negar a medida urgente, o magistrado ressaltou que a decisão não significa o reconhecimento da regularidade da rodoviária. A suspensão das atividades poderá ser novamente analisada caso sejam apresentados novos elementos que comprovem riscos aos usuários ou impedimentos legais para a continuidade da operação.

Audiência discutirá regularização

Diante das questões administrativas e estruturais envolvidas, a Justiça marcou uma audiência de conciliação para o dia 18 de novembro, às 16h30.

O encontro deverá reunir representantes do Ministério Público, do Governo de Mato Grosso, da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), da Sinart e da RM Transportes.

Durante a audiência, os envolvidos deverão apresentar alternativas para regularizar o terminal, executar as adequações ainda necessárias e estabelecer, se for o caso, um período de transição.

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Também deverão ser discutidas medidas para garantir a continuidade do atendimento aos passageiros, caso sejam necessárias mudanças na operação.

A decisão ainda determinou que o Estado e a Ager se manifestem sobre o pedido da RM Transportes para ingressar formalmente no processo como assistente.

A empresa defende a manutenção das atividades e afirma estar disposta a participar da construção de uma solução consensual.

Com a decisão, a Rodoviária do Coxipó permanece em funcionamento enquanto a Justiça acompanha as providências necessárias para solucionar as pendências apontadas pelo Ministério Público.

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