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Ação conjunta do Procon Municipal, Decon e ANP resultou na apreensão de 150 caixas de óleo automotivo

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Uma operação de fiscalização realizada pelo Órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Municipal), Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) e Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural (ANP), apreendeu cento e cinquenta caixas de óleo automotivo. A ação foi realizada na manhã de quarta-feira (13). A ação apreendeu material que não atendeu aos padrões de qualidade e segurança estabelecidos pela ANP. A informação foi registrada por meio de denúncia anônima registrada na unidade do Procon de Várzea Grande.

A operação teve como objetivo combater a comercialização de óleo automotivo fora do padrão, representando um risco à saúde dos consumidores e a qualidade dos produtos no mercado.

“Durante a ação, foram verificados cuidadosamente cada produto apreendido. O material irregular foi identificado e não possuía o devido registro na ANP e não atendiam aos requisitos de qualidade e segurança estabelecidos para a comercialização”, disse o secretário adjunto de Proteção e Defesa do Consumidor, Genilto Nogueira.

Genilto ressalta ainda, sobre a importância da operação “nossa prioridade é proteger os direitos, segurança dos consumidores e buscar harmonia nas relações de consumo.

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Produtos irregulares podem causar sérios danos à saúde das pessoas e meio ambiente. Estamos trabalhando para garantir que apenas produtos de qualidade estejam disponíveis no mercado”, afirmou.

Os estabelecimentos comerciais que foram alvo da operação estão sujeitos a penalidades que podem incluir multas e até mesmo a interdição, caso continuem a comercializar produtos irregulares. Além disso, as investigações estão em andamento para identificar a origem dos óleos irregulares e tomar medidas legais contra os responsáveis.

Os consumidores devem estar atentos à procedência e à qualidade dos produtos que adquirem. Caso suspeitem de qualquer irregularidade, é fundamental que os consumidores denunciem ao Procon Municipal, que representa à ANP – Agência Nacional do Petróleo.

“A operação conjunta é um exemplo claro do compromisso das autoridades em proteger os interesses dos consumidores e garantir que apenas produtos que atendam aos padrões de qualidade e segurança cheguem às prateleiras dos estabelecimentos comerciais. A fiscalização continuará a ser realizada para assegurar um ambiente de compra seguro e confiável para todos os consumidores”, finalizou o secretário.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CUIABÁ

Justiça mantém Rodoviária do Coxipó funcionando e rejeita pedido de fechamento imediato

Magistrado considerou que não há comprovação de risco iminente aos passageiros, mas determinou audiência para discutir a regularização do terminal em Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso negou, por enquanto, o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para suspender as atividades da Rodoviária do Coxipó, em Cuiabá. A decisão permite a continuidade dos embarques, desembarques e da comercialização de passagens, apesar dos questionamentos sobre a regularidade administrativa e as condições estruturais do terminal.

A decisão foi proferida pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques, da Vara Especializada em Ações Coletivas, que considerou não haver elementos suficientes para comprovar risco concreto e imediato à segurança dos usuários.

Na ação, o Ministério Público questiona o funcionamento da estrutura administrada pela RM Transportes e Turismo Ltda. Segundo o órgão, o terminal opera sem autorização administrativa vigente e apresenta problemas relacionados à acessibilidade, às instalações elétricas e hidrossanitárias, à conservação e à prevenção de incêndios.

As irregularidades começaram a ser investigadas em 2022. Entretanto, ao analisar o pedido de suspensão imediata, o magistrado destacou que a situação já é conhecida pelas autoridades há mais de quatro anos, sem a apresentação recente de fatos novos que demonstrem perigo iminente aos passageiros.

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Outro ponto considerado foi a realização de melhorias identificadas durante a própria investigação do Ministério Público.

Um relatório técnico elaborado em 2026 registrou a instalação de extintores de incêndio, luminárias, bebedouro e tomadas, além da substituição de cadeiras utilizadas pelos passageiros.

Para o juiz, essas intervenções devem ser consideradas na avaliação da necessidade de interromper o funcionamento do terminal.

Apesar de negar a medida urgente, o magistrado ressaltou que a decisão não significa o reconhecimento da regularidade da rodoviária. A suspensão das atividades poderá ser novamente analisada caso sejam apresentados novos elementos que comprovem riscos aos usuários ou impedimentos legais para a continuidade da operação.

Audiência discutirá regularização

Diante das questões administrativas e estruturais envolvidas, a Justiça marcou uma audiência de conciliação para o dia 18 de novembro, às 16h30.

O encontro deverá reunir representantes do Ministério Público, do Governo de Mato Grosso, da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager-MT), da Sinart e da RM Transportes.

Durante a audiência, os envolvidos deverão apresentar alternativas para regularizar o terminal, executar as adequações ainda necessárias e estabelecer, se for o caso, um período de transição.

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Também deverão ser discutidas medidas para garantir a continuidade do atendimento aos passageiros, caso sejam necessárias mudanças na operação.

A decisão ainda determinou que o Estado e a Ager se manifestem sobre o pedido da RM Transportes para ingressar formalmente no processo como assistente.

A empresa defende a manutenção das atividades e afirma estar disposta a participar da construção de uma solução consensual.

Com a decisão, a Rodoviária do Coxipó permanece em funcionamento enquanto a Justiça acompanha as providências necessárias para solucionar as pendências apontadas pelo Ministério Público.

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